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Zoonoses Quais são as doenças zoonóticas dos cães e gatos?
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Zoonoses: doenças zoonóticas dos cães e gatos

Sempre existiram, embora só há relativamente pouco tempo tenham começado a ganhar interesse e proeminência a nível mundial. Sabe o que são zoonoses? Zoonoses, o que é isso? Se olharmos para a definição de zoonose, vemos que ela se refere às doenças que podem ser transmitidas dos animais para o homem. Esta transmissão pode ocorrer de forma direta, como por exemplo através do contacto com animais infectados, ou de forma indireta, através de vectores como os mosquitos. Sintomas das zoonoses no ser humano Os sintomas podem variar consoante o tipo de agente patogénico e a doença específica, embora existam sinais comuns que podem ocorrer: Sintomas gastrointestinais: diarreia, dor abdominal, náuseas, vómitos, falta de apetite.... Sintomas gripais: febre, arrepios, dores de cabeça, fadiga, dores musculares e/ou articulares... Sintomascutâneos: lesões cutâneas, manchas, erupções cutâneas, arranhões ou picadas visíveis. Outros sintomas como gânglios linfáticos inchados ou mal-estar geral. Tipos de zoonoses Os diferentes tipos de zoonoses incluem: Zoonoses não alimentares As zoonoses de origem não alimentar são patologias transmitidas de um animal para o homem, com ou sem vetor, e cuja transmissão não é estrita ou essencialmente de origem alimentar. Dentro deste tipo, a via de contágio pode ser por contacto com o animal, por exemplo Raiva: por agressão ou mordedura de um animal portador doente. Hidatidose: por contacto com cães afectados. Psitacose: por contacto com aves doentes. Também podem ser transmitidas através de vectores, como, por exemplo: Mosquitos: Leishmaniose pela picada de flebotomíneos. Carraças: doença de Lyme. Zoonoses de origem alimentar Zoonoses cuja via de transmissão é essencialmente ou fundamentalmente alimentar, ou seja, associada ao consumo de alimentos: Produzidas por bactérias como a salmonelose, a campilobacteriose, a listeriose, a yersiniose, etc. Produzidas por poparasitas como a triquinose, a anisakiose, etc. Zoonoses nos seres humanos: as doenças zoonóticas mais comuns Zoonoses em gatos Raiva: Doença viral que afecta o sistema nervoso centralGeralmente, é transmitida através de mordeduras de animais infectados, como cães ou morcegos. Compreende agora porque é que é obrigatório vacinar o seu cão e o seu gato contra a raiva? Toxoplasmose: Infeção parasitária transmitida pelo contacto com fezes de gatos infectados ou pela ingestão de carne crua ou mal cozinhada de animais infectados. Zoonoses em cães Leishmaniose: Causada por um protozoário do género Leishmania, esta é uma doença zoonótica que pode ser transmitida naturalmente dos cães (e outros animais) para os seres humanos. Leptospirose: doença bacteriana transmitida pelo contacto com a urina de animais infectados, como ratos, cães ou gado. Afecta principalmente os rins e o fígado. Sarna: Doença parasitária causada por ácaros, principalmente do género Sarcoptes e, nos animais, também por Demodex. A sarna sarcóptica (causada pelo Sarcoptes scabiei) é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida dos animais para o homem e vice-versa. Outras zoonoses comuns Febredo Nilo Ocidental: (também conhecida como febre do Nilo Ocidental) é uma doença viral transmitida principalmente pela picada de mosquitos infectados. Este vírus pertence ao género Flavivirus e é endémico em muitas partes do mundo, especialmente em África, na Ásia, na Europa e na América do Norte. Tuberculose bovina (TB): Provocada pelo Mycobacterium bovis, pode infetar os seres humanos através do contacto com animais infectados ou do consumo de produtos lácteos não pasteurizados. Como se pode prevenir a zoonose? Entre as recomendações para prevenir a zoonose em humanos, destacamos: Evitar o contacto próximo com animais selvagens ou doentes. Praticar medidas de higiene, como lavar as mãos após manusear animais ou seus produtos. Manter a vacinação adequada para animais domésticos (ex.: raiva). Usar vestuário de proteção quando se trabalha em contacto com animais ou em ambientes rurais. Como pode ver, as zoonoses representam uma grande preocupação de saúde pública, uma vez que as condições que promovem a transmissão de doenças dos animais para os seres humanos, como a urbanização e a globalização, continuam a aumentar.
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Prisão de ventre em cães: causas, sintomas e tratamento
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Prisão de ventre em cães: causas, sintomas e tratamento

A obstipação em cães é uma condição em que o animal tem dificuldade em defecar ou é incapaz de defecar normalmente. Pode ser desconfortável e doloroso para o animal, pelo que é importante tentar identificar as causas e encontrar uma solução. Saiba como pode ajudar o seu animal de estimação aqui. Prisão de ventre em cães: causas comuns As causas mais comuns de obstipação em cães incluem as seguintes: Dieta inadequada: uma dieta pobre em fibras ou água pode ser uma das principais causas. Os cães precisam de fibras suficientes para facilitar a passagem das fezes. Falta de exercício: a atividade física regular ajuda a movimentar o sistema digestivo. Os cães que não fazem exercício regularmente podem ter problemas de obstipação. Desidratação: Se o cão não estiver a beber água suficiente, as fezes podem tornar-se mais duras e, por conseguinte, mais difíceis de defecar. Bloqueio intestinal: A ingestão de objectos não comestíveis, como brinquedos, ossos ou roupa, pode causar bloqueio intestinal e levar à obstipação. Problemas médicos subjacentes: Distúrbios como problemas no cólon, infecções ou doenças neurológicas podem interferir com o processo normal de defecação. Sintomas de obstipação em cães Em termos de sintomas, estes são os mais comuns: Esforço excessivo ao tentar defecar. Fezes secas e duras, por vezes sob a forma de pequenos grânulos. Dor abdominal ou inchaço. Perda de frequência dos movimentos intestinais. Lamber ou morder a zona anal. Tratamento para cães com obstipação Se o seu cão tiver prisão de ventre e quiser saber o que lhe pode dar, eis a primeira coisa que deve verificar: Ajustes na dieta: Certifique-se de que o seu cão está a receber uma dieta equilibrada e rica em fibras. A adição de abóbora enlatada (sem açúcar) ou a inclusão de alimentos especialmente formulados para melhorar a digestão pode ajudar. Mais água e exercício: Certifique-se de que o seu cão tem acesso constante a água fresca e a exercício diário para estimular o seu sistema digestivo. Consulte um veterinário: Se a obstipação persistir ou se o seu cão mostrar sinais de dor, leve-o ao veterinário para um exame e diagnóstico adequados. Em casos mais graves, o veterinário pode recomendar um tratamento com medicamentos ou, em casos muito graves, uma cirurgia para aliviar uma possível obstrução. Laxantes para cães com obstipação O seu cão está com prisão de ventre e não sabe o que lhe dar? Embora a primeira linha de tratamento seja geralmente aumentar a fibra na dieta, existem diferentes tipos de laxantes para cães, sob a forma de suplementos que ajudarão a promover a motilidade intestinal adequada: Laxavet Laxavet é um suplemento alimentar para cães e gatos que é utilizado principalmente para aliviar a obstipação e regular o trânsito intestinal. A fórmula de Laxavet contém psílio, um ingrediente com uma elevada capacidade de retenção de líquidos, ajudando a aumentar o volume das fezes para regular o trânsito intestinal. Ajuda também a revepatir a mucosa digestiva. Fibor Este suplemento para cães com obstipação ajuda a melhorar a saúde digestiva. Também ajuda em casos de fezes soltas e outros problemas relacionados com a impactação da glândula anal. A sua fórmula contém psylium, beterraba, farelo de trigo, inulina, beta-glucanos, MOS e concentrado de kiwi. Graças a esta composição, Fibor atrai a água, amolece as fezes e aumenta o volume fecal, estimulando a motilidade intestinal e a evacuação natural. Laxagreen Laxagreen, um laxante natural para cães, é formulado com psylillium, uma fibra solúvel que, quando hidratada, aumenta de tamanho para aumentar o volume das fezes e facilitar a evacuação. Este suplemento é indicado para os casos de obstipação ligeira. Ao escolher o melhor laxante para o seu cão com prisão de ventre, é essencial lembrar que deve sempre consultar primeiro o seu veterinário, que avaliará a causa e a gravidade do problema e poderá prescrever o tratamento mais adequado.
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Benefícios da comida húmida para gatos
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Benefícios da comida húmida para gatos

Os nossos amigos felinos precisam, como toda a gente, de água para sobreviver, e nós podemos fornecê-la através da sua dieta. Falamos-lhe dos benefícios da comida húmida para gatos, para que não se esqueça de adicionar este elemento importante à dieta do seu companheiro felino. Benefícios da comida húmida para gatos Melhoria da hidratação Os gatos têm uma sensação de sede reduzida em comparação com outros animais, o que pode levar a que não bebam água suficiente. Os alimentos húmidos ajudam a compensar este défice de água, o que é crucial para a saúde do seu trato urinário e para prevenir problemas renais. Maior palatabilidade Muitos gatos consideram os alimentos húmidos mais palatáveis do que os alimentos secos. Isto pode ser útil se o seu gato for exigente ou tiver pouco apetite. Benefícios digestivos Os alimentos húmidos para gatos são frequentemente mais fáceis de digerir, especialmente para gatos com problemas dentários ou gastrointestinais. Controlo do peso Em alguns casos, os melhores alimentos húmidos para gatos podem ajudar a controlar o excesso de peso, uma vez que contêm mais água e menos calorias concentradas do que os alimentos secos. Redução do risco de doenças do trato urinário Uma dieta húmida pode ajudar a reduzir o risco de problemas urinários, como a cistite felina ou cristais urinários, uma vez que contribui para o aumento da produção de urina e reduz a concentração de minerais na bexiga. Que quantidade de comida húmida deve um gato comer? A quantidade de comida húmida que um gatodeve comer depende da sua idade, peso e nível de atividade, embora existam recomendações gerais para o orientar: Gatinhos (menos de 1 ano de idade): necessitam de 250 a 300 gramas de comida húmida por dia, divididos em 3 a 5 refeições, devido ao seu rápido crescimento. Gatos adultos (1 a 7 anos): necessitam normalmente de 200 a 300 gramas por dia, divididos em 2 a 4 refeições. Esta quantidade pode ser ajustada em função do peso e da atividade do gato. Gatos mais velhos (mais de 7 anos): necessitam de menos, entre 150 e 250 gramas por dia, divididos em porções mais pequenas e mais frequentes para facilitar a digestão. Agora que conhece todos os benefícios da comida húmida para o seu gato, temos a certeza de que vai querer incluí-la como uma nova parte da dieta do seu gato. Recordamos que na nossa farmácia veterinária encontrará as melhores marcas de comida húmida para gatos com descontos e ofertas exclusivas.
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Ansiedade de separação nos cães: tratamentos para o ajudar
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Ansiedade de separação em cães: o que é e como tratá-la?

A ansiedade de separação em cães é um distúrbio comum que ocorre quando um cão se sente extremamente angustiado quando é deixado sozinho ou longe do seu dono. Eis o que pode fazer para o ajudar. Sintomas de ansiedade de separação em cães Os sintomas de ansiedade em cães podem variar, mas geralmente incluem: Latido ou choro excessivo: O cão pode chorar, ladrar ou choramingar quando se vai embora. Destruição de objectos: mastigar móveis, portas ou qualquer objeto perto da área onde o cão é deixado sozinho. Eliminação dentro de casa: Um cão com ansiedade de separação pode urinar ou defecar dentro de casa, mesmo que tenha sido treinado para o fazer no exterior. Tentativas de fuga: Alguns cães podem tentar fugir do seu espaço quando estão angustiados, o que pode provocar ferimentos se não forem supervisionados. Comportamentos repetitivos: como andar em círculos, morder a cauda ou lamber-se excessivamente. Causas de stress nos cães Alterações na rotina: Mudança de casa, alterações no horário ou a adoção de um novo cão. Falta de socialização: Alguns cães que não estão habituados a estar sozinhos podem desenvolver ansiedade. Experiências traumáticas: como ter sido abandonado, maltratado ou ter tido uma experiência negativa relacionada com a separação. O meu cão tem ansiedade de separação, como é que o posso ajudar? Eis algumas dicas que pode aplicar para ajudar o seu cão: Dessensibilização sistemática: Tente gradualmente habituar o seu cão a estar sozinho. Comece com períodos curtos e aumente gradualmente a duração. Rotina consistente: Mantenha uma rotina diária consistente para que o cão se sinta seguro e saiba o que esperar em qualquer altura. Brinquedos interactivos: Utilize brinquedos que mantenham a mente do cão ocupada enquanto está fora. Sem despedidas ou chegadas dramáticas: Mantenha as partidas e os regressos calmos, de modo a não reforçar o comportamento ansioso. Reforço positivo: Recompense o seu cão quando ele se mostrar calmo e concentrado durante as ausências. De entre todos os snacks, recomendamos os snacks da marca Togo pela sua composição à base de ingredientes naturais, como poderá ver nos snacks de frango Togo, por exemplo. Tratamento da ansiedade de separação em cães Para além de todos estes conselhos, existem suplementos que ajudam a aliviar a ansiedade de separação nos cães. São soluções não medicamentosas que o ajudarão no processo. Recomendamos os seguintes: Acalma Spray A Acalma oferece um produto específico em formato de spray para ajudar em situações de ansiedade, como o stress de separação em cães. Foi formulado para ajudar os cães a adaptarem-se a situações potencialmente stressantes, ajudando a gerir os comportamentos indesejados associados a estes episódios. Encontra-o disponível em dois formatos diferentes, consoante o tamanho do animal: Acalma Spray para cães pequenos e Calming Spray para cães médios e grandes. Camisola Thundershirt A marca Thundershirt é mais conhecida pelo seu colete calmante concebido para ajudar os cães com ansiedade de separação ou outras situações de stress. O colete Thundershirt é um produto de terapia que exerce uma pressão suave e constante sobre o tronco do cão, activando mecanismos internos que promovem o relaxamento. Recomendado por veterinários e treinadores de cães em todo o mundo, demonstrou ser eficaz em mais de 80% dos casos de ansiedade de separação, ruídos altos, viagens, visitas ao veterinário e situações de stress em geral. Se a ansiedade de separação em cães for grave, procurar um profissional de comportamento animal pode ser a chave para um plano de tratamento eficaz. Em casos graves, o veterinário pode recomendar terapia comportamental ou medicação. Mas primeiro, recomendamos que experimente todas estas ideias para ajudar o seu cão a aprender a estar sozinho.
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Alergias alimentares nos gatos A que é que os gatos são alérgicos?
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Alergia alimentar nos gatos, como evitá-la?

Acha que o seu gato tem alergia à comida? Hoje explicamos-lhe porque é que isso acontece e recomendamos-lhe alguns alimentos para gatos para o ajudar a encontrar uma solução. As alergias alimentares nos gatos são uma condição em que o sistema imunitário do gato reage de forma exagerada a certos ingredientes da sua comida. Esta alergia pode desenvolver-se em qualquer altura da vida de um gato, mesmo que este não tenha demonstrado anteriormente problemas com um tipo de alimento. A que é que os gatos são alérgicos? A que é que os gatos são alérgicos? As proteínas dos alimentos são frequentemente responsáveis pelas reacções alérgicas. Os ingredientes mais comuns que causam alergias alimentares nos gatos incluem: - Frango- Peixe- Carne de vaca- Lacticínios- Grãos (como milho ou trigo)- Ovos Sintomas de alergia alimentar em gatos Os sintomas de alergia nos gatos podem variar e afetar diferentes sistemas do corpo, embora os mais comuns sejam: Problemas de pele: comichão, vermelhidão, perda de pelo, infecções cutâneas, erupções cutâneas ou crostas. Problemas digestivos: vómitos, diarreia, gases ou obstipação. Otites (infecções dos ouvidos): os gatos com alergias alimentares podem desenvolver infecções recorrentes dos ouvidos. Como é que é diagnosticado? Como é que sei se o meu gato tem uma alergia? O diagnóstico de alergia alimentar é o mais comum, embora seja muitas vezes complicado. No entanto, existemvários testes de intolerância alimentar para gatos, concebidos para detetar intolerâncias ou sensibilidades alimentares em gatos. Os principais métodos incluem: Teste de saliva: Este é um teste que mede os anticorpos IgA e IgM na saliva do gato para diferentes alimentos (até 24 alimentos). O resultado indica quais os alimentos a que o seu gato pode ser intolerante, permitindo que a dieta seja ajustada em conformidade. No entanto, não detecta alergias alimentares clássicas, mas sim intolerâncias e sensibilidades crónicas. Análises ao sangue: Testam a presença de anticorpos IgE e IgG específicos contra proteínas alimentares. Os resultados obtidos ajudam a identificar possíveis alergias alimentares. É de notar que a utilidade clínica nos gatos é limitada e que podem ocorrer falsos positivos ou negativos. Teste de sensibilidade alargado: Alguns laboratórios oferecem testes para até 143 alimentos e 49 itens não alimentares, detectando diferentes intolerâncias. Estes testes podem ajudar a identificar tanto os factores alimentares como os ambientais que desencadeiam os sintomas. Teste de eliminação da dieta: Considerado o padrão de ouro para o diagnóstico, este teste envolve alimentar o gato com uma dieta hipoalergénica ou com novos ingredientes durante várias semanas e observar se os sintomas desaparecem. Posteriormente, os alimentos suspeitos são reintroduzidos um a um para identificar o culpado. Muitas vezes, é recomendada uma dieta de eliminação, que envolve a mudança para um alimento hipoalergénico e, em seguida, a reintrodução do alimento potencialmente causador para observar a reação. Tratamento para gatos com alergias Uma vez diagnosticada a intolerância ou sensibilidade, o principal tratamento para uma alergia alimentar em gatos é a eliminação do ingrediente causador da alergia. Isto é conseguido através da alteração da dieta do gato para uma formulação hipoalergénica ou especializada, contendo proteínas e hidratos de carbono que o gato não tenha consumido anteriormente. Os alimentos veterinários para alergias são muitas vezes uma boa opção, uma vez que são concebidos para evitar os ingredientes comuns que causam reacções. Eis alguns alimentos recomendados para gatos com alergias: Togo hipoalergénico Purina Pro Plan Vet Canine Ha Hipoalergénico Royal Canin Veterinary Hypoallergenic Em alguns casos, podem ser necessários medicamentos como anti-histamínicos ou corticosteróides para gatos para controlar os sintomas, especialmente se a alergia afetar a pele ou causar infecções. Se pensa que o seu gato pode ter uma alergia alimentar, é melhor consultar um veterinário para confirmar o diagnóstico e receber um plano de tratamento adequado.
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Desparasitação em cães: como fazer e com que frequência

Desparasitação em cães - como fazê-lo corretamente?

A desparasitação dos cães é um processo importante para manter o seu animal de estimação saudável, uma vez que os parasitas intestinais podem afetar seriamente o seu bem-estar. Neste artigo, veremos como desparasitar o seu cão e com que frequência o deve fazer para o manter bem. Tipos de parasitas nos cães Existem dois tipos principais de parasitas nos cães: os internos (como os vermes intestinais) e os externos (como as pulgas, carraças ou ácaros). Não nos podemos esquecer de abordar a desparasitação em ambas as formas. Parasitasinternos: Os mais comuns são as lombrigas, as ténias, os ancilóstomos e os vermes. Parasitasexternos: Pulgas, carraças, ácaros e mosquitos que podem transmitir doenças. Sintomas dos parasitas nos cães Dependendo do tipo de infestação, podem ser: Infestação interna: Estes são invisíveis, por isso é mais importante conhecer os sintomas. Podem incluir vómitos, diarreia, perda de peso, pelagem baça, entre outros, irritação anal (podem coçar ou lamber o ânus para aliviar a irritação), cáries, anemia (casos extremos), alterações visíveis nas fezes como manchas brancas (vermes) e inchaço da barriga, especialmente nos cachorros. Infestação externa: Pode ser detectada a olho nu ou, por vezes, através da observação de uma pequena mancha preta no pelo do cão, correspondente às fezes. Geralmente apresentam comichão excessiva, queda de pelo, vermelhidão da pele e presença de pulgas ou carraças. O que é a desparasitação de um cão? Desparasitar um cão é o processo de eliminar ou prevenir a presença de parasitas que afectam a saúde do animal. Existem diferentes tipos de desparasitação: Desparasitação interna: Tem como objetivo a eliminação de parasitas como os vermes que vivem no intestino e noutros órgãos internos. Desparasitação externa: Visa eliminar parasitas que afectam a pele e o pelo, como pulgas, carraças, piolhos e mosquitos. Como é que desparasito o meu cão? A forma de desparasitação dependerá do tipo de administração escolhido: Desparasitação interna Que produto pode ser utilizado para a desparasitação? O tratamento é geralmente administrado por via oral, através de comprimidos, xaropes ou pastas palatáveis, e é recomendado a cada 3 meses em cães adultos, ou mais frequentemente em cachorros ou cães com maior exposição a parasitas. Desparasitação externa Que produtos utilizar? Pode desparasitar o seu cão utilizando pipetas(Vectra 3D), coleiras antipulgas (como a coleira desparasitante Stanvet, Virbac Prevendog, Togo...), sprays (como Botanica Pets,) champôs, comprimidos ou tratamentos tópicos, que actuam como repelentes ou eliminadores destes parasitas. Cada um deles tem as suas vantagens e desvantagens, pelo que a escolha de um ou outro formato dependerá das suas necessidades. Comprimidos desparasitantes internos e externos para cães Existem também comprimidos desparasitantes internos e externos destinados a eliminar e prevenir infestações de parasitas internos (como vermes intestinais e do coração) e, em alguns casos, de parasitas externos (como pulgas e carraças). Com que frequência é que os cães devem ser desparasitados? Quando é que um cão pode ser desparasitado? A frequência recomendada para a desparasitação de cães depende do facto de ser externa ou interna, bem como de se tratar de um cachorro ou de um cão adulto. Desparasitação interna: Os cachorros devem ser desparasitados pela primeira vez às 2-3 semanas de idade, e depois todos os meses até aos 6 meses de idade. Depois disso, recomenda-se a desparasitação pelo menos 2 a 4 vezes por ano, dependendo da situação do seu cão. Nos adultos, recomenda-se pelo menos de 3 em 3 meses. Desparasitação externa: Alguns tratamentos preventivos devem ser aplicados mensalmente, embora existam outros tratamentos de ação prolongada que podem durar mais tempo, como as coleiras. Conselhos veterinários Visitas regulares ao veterinário: O seu veterinário habitual pode ajudá-lo a determinar o calendário de desparasitação correto para o seu cão. Também pode colocar-nos quaisquer questões que possa ter aqui. Ambiente limpo: Mantenha a área de vida do seu cão limpa e livre de parasitas. Isto inclui a lavagem das camas e das áreas de repouso, e a limpeza adequada do jardim ou de qualquer área onde o cão passe tempo ao ar livre. A desparasitação é essencial para evitar problemas de saúde graves no seu cão e também para proteger os membros da sua família, uma vez que alguns parasitas podem ser transmitidos às pessoas. Declarar guerra aos parasitas.
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Lagarta processionária em cães: perigos, sintomas e tratamento
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Lagarta processionária em cães: sintomas e tratamento

As lagartas processionárias nos cães são potencialmente perigosas devido aos numerosos pêlos urticantes que cobrem o seu corpo. Quando o animal entra em contacto com elas, cheirando-as, tocando-as ou ingerindo-as, estes pêlos podem causar reacções alérgicas graves e ferimentos. O que é a lagarta processionária? A lagarta processionária do pinheiro (Thaumetopea pityocampa) é uma espécie de inseto cujas larvas formam longas filas ou "procissões", deslocando-se em grupos de um local para outro, dando origem ao seu nome. Este inseto é conhecido principalmente pela sua capacidade de danificar os pinheiros, porque se alimenta das suas agulhas. Porque é que é perigoso? Para além de ser prejudicial para as árvores, a lagarta processionária pode ser perigosa para os seres humanos e animais domésticos devido aos pêlos urticantes que possui, que podem causar reacções alérgicas quando entram em contacto com a pele ou com as vias respiratórias. Sintomas das picadas da lagarta processionária O envenenamento por lagarta processionária em cães é uma situação grave e deve ser tratada rapidamente. Os pêlos urticantes da lagarta podem causar reacções alérgicas graves se o cão entrar em contacto com eles. Estes pêlos são muito perigosos, pois podem ficar agarrados ao corpo do animal e podem ser inalados ou acidentalmente ingeridos. Mas sabe quais são os sintomas de envenenamento? Salivação excessiva, que pode ser uma resposta à irritação causada pelos pêlos que picam. Vómitos e diarreia como forma de tentar eliminar os irritantes do organismo. Inflamação da boca e da língua: A zona da boca, especialmente a língua, fica inchada (pode ficar roxa), dificultando a respiração e a alimentação. Dificuldade em engolir devido ao inchaço. Lamber excessivo: O cão pode começar a lamber compulsivamente as patas ou o corpo em resposta à dor ou irritação. Perda de apetite: Devido ao desconforto e à dor, o cão pode deixar de comer. Dificuldade em andar devido a inchaço ou dor. Choque: Em casos mais graves, a reação pode ser tão grave que o cão pode entrar em colapso, com uma respiração rápida e fraca, ou mesmo desmaiar. Este seria um caso urgente para consultar o seu veterinário habitual. O que devo fazer se o meu cão for mordido por uma lagarta processionária? Para tratar um cão que tenha entrado em contacto com uma lagarta processionária, o primeiro passo é manter a calma e seguir os passos abaixo: Retirar os pêlos urticantes da lagarta, protegendo-se com luvas e uma máscara. Lave a zona afetada com água morna e sabão neutro. Evite que o seu cão se lamba. Aplique compressas frias para aliviar a dor e reduzir o inchaço. Consulte o seu veterinário imediatamente, especialmente se notar sinais de dificuldade respiratória ou reação alérgica grave. Tratamento para a processionária do pinheiro O tratamento para picadas de lagarta processionária do pinheiro geralmente inclui o seguinte: Administração de fluidos. Antibióticos sistémicos. Corticosteróides. Anti-histamínicos. A escolha do tratamento dependerá da gravidade dos sintomas e das recomendações do veterinário. Pode também ajudar com a utilização de suplementos para ajudar a cicatrização e a recuperação da motilidade intestinal, como Laxagreen ou Fibor. Em casos graves, pode ser necessária a hospitalização. Como evitar o contacto com o verme processionário? Para evitar o contacto com o verme processionário, mantenha-se afastado das zonas de risco. Se não puder evitá-las, mantenha o seu cão preso à trela e tente não o deixar cheirar. Se suspeitar que o seu cão esteve em contacto com uma lagarta processionária, é crucial levá-lo imediatamente ao veterinário. Um tratamento rápido é essencial para evitar complicações graves. O veterinário poderá administrar o tratamento adequado para neutralizar os efeitos do envenenamento e aliviar os sintomas do animal. Cuidado, eles estão a chegar!
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Otite em cães: causas, sintomas e tratamento
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Otite em cães: causas, sintomas e tratamento

A otite nos cães é uma inflamação do ouvido que pode ser causada por várias razões, como infecções bacterianas, fungos, alergias, corpos estranhos ou mesmo acumulação de cera. É bastante comum e pode afetar tanto o ouvido externo como o médio, embora normalmente afecte o ouvido externo. Os cães com orelhas compridas ou descaídas, como os Cocker Spaniels ou os Basset Hounds, são mais propensos à otite devido à falta de ventilação no ouvido. Causas de otite em cães Infecções bacterianas ou fúngicas: As bactérias e os fungos (como a Malassezia) são causas comuns de otite. Os fungos, em particular, desenvolvem-se em ambientes quentes e húmidos, o que é comum em cães com orelhas compridas e flexíveis. Alergias: As alergias alimentares ou ambientais (como ao pó ou ao pólen) podem levar a um aumento da produção de cera nos ouvidos, o que favorece o crescimento de bactérias ou fungos. Corpos estranhos: Coisas como sementes, relva ou mesmo sujidade que entram no ouvido podem causar irritação e levar a uma infeção no ouvido do cão. Parasitas: Os ácaros da orelha são uma causa comum de otite, especialmente em cães jovens ou naqueles que têm contacto com outros animais infectados. Acumulaçãode cera ou sujidade: Em algumas raças, a acumulação excessiva de cera ou sujidade nos ouvidos pode causar inflamação e dor. Que sintomas são comuns? Coçar ou esfregar as orelhas. Abanar a cabeça com frequência. Vermelhidão ou inchaço no canal auditivo. Corrimento, que pode ser amarelo, castanho ou mesmo com mau cheiro. Dor quando se toca nas orelhas Mau cheiro nas orelhas. Por conseguinte, se o seu cão apresentar estes sintomas, recomendamos que o leve ao veterinário para um check-up. Dependendo do tipo de infeção, especialmente se a otite em cães for grave, será necessário um tratamento mais específico. Se houver um corpo estranho, este deve ser removido o mais rapidamente possível. Gotas para otite em cães As gotas para o tratamento da otite em cães contêm uma variedade de ingredientes activos, normalmente combinando antibióticos, antifúngicos e anti-inflamatórios. Alguns dos mais comuns são o florfenicol, a fosfomicina, a terbinafina, o clotrimazol.... Estas combinações de ingredientes activos foram concebidas para tratar eficazmente as infecções bacterianas e fúngicas, reduzindo simultaneamente a inflamação e a dor associadas à otite canina. Não se esqueça de seguir sempre as diretrizes do seu médico veterinário habitual e de completar o regime de tratamento completo. Depois de ter resolvido o problema de otite do seu animal de estimação, aqui estão os passos para o prevenir com uma limpeza adequada dos ouvidos. Os melhores produtos de limpeza de ouvidos para cães Abaixo, recomendamos algumas das melhores gotas de limpeza de ouvido para prevenir infecções de ouvido em cães: Vétoquinol Otifree: Este é um produto de limpeza de ouvidos concebido para cães e gatos. Este produto é indicado para a limpeza do ouvido externo e do canal auditivo de animais de estimação. Vetnova Abelia Zn Otic: é uma solução auricular natural à base de água, concebida para o cuidado dos ouvidos dos animais de companhia, principalmente cães e gatos. Esta fórmula não irritante oferece uma ação calmante e secante, ajudando a manter as condições fisiológicas do canal auditivo e do pavilhão auricular. Botanicapets Ear Cleaner: é um produto concebido para a higiene ocular dos animais de companhia, como cães e gatos. Este limpador de ouvidos para cães é utilizado para remover a sujidade acumulada e a cera dos ouvidos, sendo essencial para manter uma rotina de higiene adequada para os animais de estimação. Como limpar corretamente os ouvidos do seu cão? Prepare o seu cão: Se estiver a fazer isto pela primeira vez, certifique-se de que o seu cão está calmo. Pode fazê-lo depois de um passeio ou quando estiver relaxado. Se necessário, peça a alguém para o ajudar a segurar o cão com cuidado mas com firmeza. Verificar as orelhas: Antes de limpar, inspeccione as orelhas para detetar sinais de infeção, como vermelhidão, inchaço, odor ou corrimento. Se notar estes sintomas, é melhor consultar o seu veterinário antes de tentar limpar as orelhas. Aplicar a solução de limpeza: Coloque algumas gotas da solução de limpeza auricular no ouvido do seu cão. Não introduza a ponta do conta-gotas no canal auditivo, pois isso pode irritá-lo. Massajar a base da orelha: Depois de aplicar o produto de limpeza, massajar suavemente a base da orelha durante cerca de 20-30 segundos. Isto ajuda a soltar a sujidade e a cera acumuladas no canal auditivo. Deixe o seu cão abanar a cabeça: Muitos cães tendem a abanar a cabeça depois de aplicar o produto de limpeza, o que ajuda a soltar ainda mais a sujidade. Isto é completamente normal e pode ajudar o processo de limpeza. Limpar o interior da orelha: Utilize gaze ou algodão para limpar suavemente o interior da orelha. Não empurre o algodão para dentro do ouvido, limpe apenas a parte visível. Se houver muita cera, pode repetir o processo, mas não faça demasiada pressão. Repitao processo na outra orelha: Faça o mesmo com a outra orelha, certificando-se de que é delicado e não empurra nada para dentro do canal auditivo. E como dica final, recompense o seu cão. Quando tiver terminado, recompense-o com uma guloseima ou um carinho para que ele associe a limpeza a algo positivo. Limpeza dos ouvidos - com que frequência? A frequência com que deve limpar as orelhas do seu cão depende da sua raça e das suas necessidades. Os cães com orelhas compridas ou descaídas (como os Cocker Spaniels) podem necessitar de uma limpeza mais frequente, enquanto os cães com orelhas mais erectas, como os Pastores Alemães, geralmente necessitam de menos limpeza. Como regra geral, verifique as orelhas do seu cão uma vez por semana para ver se precisam de ser limpas. Lembre-se sempre de que é melhor prevenir do que remediar. Desta forma, as orelhas do seu amigo peludo manter-se-ão saudáveis e sem otites.
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Alergias em animais de estimação
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Alergias em animais de estimação: sintomas, causas e tratamento

Adora o seu animal de estimação, mas a sua alergia impede-o de o desfrutar plenamente? A alergia ao pelo dos animais é uma das reacções alérgicas mais comuns, especialmente em pessoas que têm contacto frequente com animais de estimação, como cães ou gatos. No entanto, não é o pelo em si que provoca a alergia, mas sim uma proteína presente na pele, na saliva e na urina dos animais. Esta proteína é dispersa no ar através de partículas de pelo e de pelo e, quando inalada ou em contacto direto com a pele, algumas pessoas desenvolvem sintomas alérgicos.  Causas da alergia ao cão e ao gato Ao contrário do que se pensa, a principal causa da alergia aos animais de estimação não é o pelo em si, mas outras substâncias produzidas pelos animais. No caso dos cães e gatos, os seus alergénios encontram-se nas células da pele dos animais, bem como na saliva, urina, suor e pelo: Pelo: As partículas de pelo contêm alergénios formados nas secreções das glândulas sebáceas e salivares. A alergia ao pelo do cão e do gato é muito frequente. Saliva: A saliva também pode dispersar partículas alergénicas no ar, principalmente quando o animal se penteia ou se lambe, depositando estas proteínas alergénicas no seu pelo. Glândulas sebáceas: produzem secreções que contêm alergénios. Urina: também contém proteínas que podem desencadear reacções alérgicas. O pelo e o pelo funcionam como veículos que transportam e dispersam os alergénios no ambiente. No caso do pelo, trata-se de um problema muito particular, pois pode permanecer no ar durante longos períodos com a mais pequena circulação de ar. Sintomas de alergia aos animais de estimação Os sintomas de alergia em cães e gatos podem variar, mas geralmente incluem Espirros frequentes Congestão nasal Olhos vermelhos, lacrimejantes ou com comichão. Tosse Dificuldade em respirar ou asma. erupção cutânea ou comichão na pele. Estes sintomas podem variar de intensidade consoante a sensibilidade do indivíduo e o tempo de exposição aos alergénios. Em casos mais graves, a exposição a estes alergénios pode desencadear reacções alérgicas mais intensas. Diagnóstico: Como posso saber se sou alérgico ao meu cão ou gato? É importante consultar um alergologista se suspeitar de uma alergia a cães e gatos, que fará uma história clínica detalhada, realizará testes cutâneos ou pedirá uma análise ao sangue (como o teste RAST, um procedimento utilizado para quantificar os níveis de anticorpos IgE específicos no sangue, que são indicativos de alergias). É possível desenvolver subitamente uma alergia a um animal de estimação? Sim, é possível desenvolver subitamente uma alergia ao cão ou ao gato, mesmo que se tenha vivido com eles durante muito tempo sem problemas. Isto acontece porque o sistema imunitário de algumas pessoas pode desenvolver uma sensibilidade às proteínas alergénicas ao longo do tempo, especialmente em pessoas geneticamente predispostas a alergias, como as que sofrem de dermatite atópica ou de alergia aos pólenes respiratórios. Nalguns casos, pode mesmo manifestar-se após um período de afastamento do animal, o que é frequente nos doentes atópicos sensibilizados. Como combater a alergia aos pêlos dos animais? Para reduzir os efeitos da alergia, algumas recomendações são: Limpeza frequente da casa para reduzir os pêlos dos animais. Isto pode ser feito limpando o pó dos móveis com um espanador de penas e aspirando frequentemente com um aspirador com filtro HEPA. Evitar que os animais entrem em certos sítios, como o quarto, para garantir o descanso. Utilizar purificadores de ar com filtros HEPA. Dar banho e escovar regularmente os animais de estimação para reduzir a quantidade de pêlos e pêlos que libertam. Tratamentos para a alergia a cães e gatos Uma vez diagnosticada a alergia, as diretrizes de tratamento podem incluir o seguinte: Medicação anti-histamínica ou tratamento com um médico especialista se os sintomas forem graves. Em casos mais graves, pode ser considerada a imunoterapia. Como qualquer ajuda é boa, recomendamos Vetriderm, um produto que pode aplicar no seu animal de estimação e que ajudará a reduzir os sintomas. Lembre-se, se suspeitar que tem uma alergia ao seu cão ou gato, é melhor consultar um alergologista para um diagnóstico correto. Tem um animal de estimação ou já teve reacções alérgicas a um?
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Óleo de salmão para cães: usos e benefícios
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Óleo de salmão para cães: usos e benefícios

O óleo de salmão é um suplemento nutricional muito popular para cães devido aos seus múltiplos benefícios para a saúde, principalmente porque é uma fonte rica em ácidos gordos ómega 3, especialmente EPA (ácido eicosapentaenóico) e DHA (ácido docosahexaenóico). Mas será que sabe tudo o que o óleo de salmão para cães pode proporcionar? Benefícios do óleo de salmão para cães O óleo de salmão é bom para os cães? Graças à sua riqueza em ácidos gordos ómega 3, pode ajudar a melhorar a saúde geral do seu animal de estimação. Aqui estão alguns dos benefícios e propriedades do óleo de salmão: Melhora a condição da pele e do pelo. O ómega 3 ajuda a manter a pele do seu cão hidratada e a melhorar a qualidade do seu pelo, deixando-o mais macio e brilhante. Também pode ajudar a aliviar problemas de pele como a secura, a caspa e as alergias cutâneas. Apoio à saúde das articulações Os ácidos gordos ómega 3 têm efeitos anti-inflamatórios, o que pode ser benéfico para cães com artrite ou problemas nas articulações. Promove a saúde cardiovascular O óleo de salmão também apoia a saúde do coração, ajudando a reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Apoia a função cerebral e cognitiva O DHA, em particular, é essencial para a saúde do cérebro, e pode ser benéfico para cães mais velhos, ajudando a função cognitiva e a memória. Fortalece o sistema imunitário Os ácidos gordos ómega 3 podem fortalecer o sistema imunitário do seu cão, ajudando a combater infecções e a manter uma boa saúde geral. Melhora a digestão Alguns cães com problemas digestivos, como inflamação ou sensibilidade intestinal, podem beneficiar do óleo de salmão, uma vez que os ácidos gordos têm propriedades anti-inflamatórias que podem aliviar estes problemas. Como administrar o óleo de salmão? A quantidade de óleo de salmão depende do tamanho e do peso do seu cão. Uma dose típica é de 1/4 a 1 colher de chá por cada 5 kg de peso corporal do seu cão. No entanto, é sempre aconselhável seguir as instruções do fabricante do suplemento ou consultar o seu veterinário. O óleo de salmão pode ser adicionado diretamente à comida do seu cão, quer seja húmida ou seca. Se o seu cão tiver problemas com o sabor, tente começar com uma pequena quantidade e aumente gradualmente até à dose recomendada. Qual é o melhor óleo de salmão para cães? Se está à procura do melhor óleo de salmão para o seu cão, deve saber que este está disponível tanto na forma líquida como em cápsulas. A versão líquida é geralmente mais fácil de administrar, mas as cápsulas podem ser uma boa opção se o seu cão for um comedor exigente. Se escolher a opção líquida, recomendamos o Óleo de Salmão Beaphar. No entanto, se optar pela versão em cápsulas, as pérolas de ómega 3 da Botanica Pets são definitivamente a escolha certa para si. Contra-indicações do óleo de salmão Embora muito benéfico, existem algumas contra-indicações para o óleo de salmão para cães que devem ser conhecidas se quiser incorporar o óleo de salmão na dieta do seu cão : Consumo excessivo: Embora o óleo de salmão tenha muitos benefícios, é importante não alimentar demais o seu cão e seguir a dose diária recomendada. A ingestão excessiva pode perturbar o equilíbrio dos ácidos gordos e aumentar a necessidade de vitamina E, o que pode levar a problemas de saúde como fraqueza muscular e função imunitária comprometida. Ao mesmo tempo, se exceder a quantidade recomendada, existe também um risco de toxicidade de vitamina A e D devido ao excesso. Qualidade do óleo: Certifique-se de que escolhe um óleo de salmão de alta qualidade, de preferência um que esteja livre de contaminantes e toxinas, como metais pesados. O óleo de salmão proveniente de fontes sustentáveis e de qualidade superior é o ideal. Contraindicado em caso de problemas de saúde pré-existentes: Se o seu cão tiver problemas no pâncreas, no fígado ou na tiroide, é melhor consultar o seu veterinário antes de introduzir suplementos de óleo de salmão na sua dieta. Por exemplo, os cães com um historial ou predisposição para a pancreatite podem estar em risco devido ao seu elevado teor de gordura. Além disso, devido ao seu efeito anti-agregação plaquetária, o óleo de salmão pode afetar a coagulação sanguínea, especialmente em cães que tomam medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs). Em resumo, o óleo de salmão pode ser um excelente suplemento para melhorar a saúde do seu cão, desde que seja administrado adequadamente e nas doses corretas. Lembre-se que na nossa farmácia veterinária pode comprar o melhor óleo de salmão para o seu animal de estimação.
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Obesidade nos gatos: o perigo do excesso de peso
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Obesidade nos gatos: o perigo do excesso de peso

Obesidade nos gatos, o perigo do excesso de peso Os excessos de Natal não são só nossos, pois, muitas vezes, em datas especiais, podemos descontrolar-nos com os nossos animais de estimação. A obesidade nos gatos é um problema de saúde cada vez mais frequente devido ao estilo de vida dos nossos felinos, que se define como uma acumulação excessiva de gordura que pode ter efeitos negativos na sua saúde. Hoje vamos ver o que é a obesidade nos gatos, quais os problemas ou doenças que provoca, o tratamento a seguir e como a pode evitar. Como é que sei se o meu gato é gordo? Oficialmente, o excesso de peso começa quando o animal está entre 15 e 30% acima do peso estabelecido como normal para a raça. E é a partir dos 30% que estamos a falar de obesidade. No entanto, no caso dos felinos, um gato é considerado com excesso de peso quando ultrapassa o seu "peso ideal" em mais de 10%, e obeso quando o ultrapassa em 20%. Como é que traduzimos isto? Existem também tabelas de condição corporal gratuitas que o podem ajudar a identificar esta situação. Como detetar gatos com excesso de peso As principais formas de verificar se o seu gato é obeso são as seguintes: Verifique a figura: Ele deve ter uma cintura visível quando visto de cima. Se não tiver, pode estar a ganhar mais peso do que o normal. Tente sentiras costelas: Pode tentar sentir as costelas do seu gato passando a mão ao longo do seu lado. Se forem difíceis de sentir, é provável que ele tenha excesso de peso. Consulte um veterinário: Um veterinário pode medir o índice de condição corporal (ICC) do seu gato para determinar se ele está ou não no seu peso ideal. Quanto tempo vive um gato gordo ou obeso? Um gato com excesso de peso ou obeso tem geralmente uma esperança de vida mais curta do que outros gatos que se mantêm no seu peso ideal. Embora os gatos domésticos possam viver até 20 anos em condições óptimas, a obesidade felina pode reduzir significativamente a sua esperança de vida. Problemas dos gatos obesos - quais são? Os problemas de saúde associados aos gatos com excesso de peso ou obesos podem ser variados: Diabetes mellitus O excesso de peso é um dos factores de risco mais importantes para o desenvolvimento de diabetes de tipo 2 nos gatos. A obesidade pode causar resistência à insulina, o que significa que o corpo não consegue utilizar a insulina de forma eficiente, levando a níveis elevados de glucose no sangue. Artrite e problemas nas articulações Um gato gordo sofre de excesso de peso, o que coloca mais pressão sobre as articulações do gato, especialmente nas pernas e nas ancas. Isto pode levar a dor, rigidez e, eventualmente, artrite, uma doença inflamatória das articulações que afecta o movimento e a qualidade de vida do gato. Doença cardíaca O excesso de peso nos gatos aumenta a pressão sobre o coração para bombear o sangue, o que pode levar a problemas cardíacos como a insuficiência cardíaca congestiva ou a hipertensão. Além disso, a obesidade está associada a um risco acrescido de doenças cardiovasculares em geral. Problemas respiratórios Os gatos com excesso de peso podem ter dificuldade em respirar, especialmente se tiverem excesso de gordura na zona abdominal, que pode comprimir os pulmões. Isto também pode tornar os gatos mais propensos a desenvolver apneia do sono ou dificuldade em respirar durante o exercício ou quando estão activos. Fígado gordo (lipidose hepática) A lipidose hepática é uma doença grave que pode desenvolver-se em gatos obesos se estes deixarem de comer durante um período de tempo, levando a uma acumulação excessiva de gordura no fígado. Esta doença pode ser fatal se não for tratada corretamente. Problemas urinários Os gatos com excesso de peso correm um risco acrescido de desenvolver problemas urinários, como a formação de cálculos urinários ou cristais na urina. Além disso, a obesidade pode aumentar o risco de infecções do trato urinário (ITU). Hipertensão (tensão arterial elevada) O excesso de peso está também associado ao aumento da pressão arterial, o que coloca mais pressão sobre os órgãos vitais do animal, como o coração, os rins e os olhos. A hipertensão pode danificar estes órgãos a longo prazo se não for corretamente controlada. Diminuição da esperança de vida e da qualidade de vida O excesso de peso pode reduzir a mobilidade, a energia e o bem-estar geral de um gato. Um gato com excesso de peso pode ser menos ativo, o que pode diminuir a sua qualidade de vida, torná-lo mais letárgico e aumentar o risco de outras doenças. Problemas de pele Os gatos obesos podem desenvolver dobras cutâneas onde a humidade se acumula, o que pode levar a infecções fúngicas ou bacterianas. A pele pode também ficar irritada devido à fricção constante das pregas. Aumento do risco cirúrgico O excesso de peso aumenta o risco de complicações durante a cirurgia, uma vez que os gatos obesos tendem a ter mais dificuldade em recuperar da anestesia e da própria cirurgia. Podem também sofrer de infecções pós-operatórias devido à presença de mais gordura corporal. Tratamento para a obesidade em gatos O tratamento da obesidade em gatos centra-se em dois aspectos principais: gestão nutricional e aumento da atividade física, bem como a necessidade de acompanhamento veterinário: Controlo nutricional dos gatos com excesso de peso Recomenda-se uma dieta baixa em calorias e rica em proteínas. Deve também ter um elevado teor de fibras para aumentar a saciedade. Escolha alimentos para gatos obesos, uma vez que são especificamente concebidos para eles. Entre as dietas veterinárias especiais, pode encontrar um alimento especial para gatos com excesso de peso. Divida a comida em pequenas porções. Considere a utilização de alimentos húmidos para ajudar o seu animal de estimação a sentir-se cheio. Nos gatos, isto é duplamente benéfico para a saúde renal do animal. Incentivar a atividade física Incentive o seu animal de estimação a fazer exercício através de jogos interactivos. Pode utilizar brinquedos que distribuem alimentos para incentivar o movimento. Utilize postes para arranhar, túneis e torres para incentivar as brincadeiras. Acompanhamento veterinário Também será necessário monitorizar e controlar o peso para que possam ser feitos ajustes, se necessário. O objetivo éconseguir uma perda de peso entre 0,5 e 1% do peso corporal do gato. Para tal, será necessário o acompanhamento veterinário para personalizar o tratamento consoante o caso. Como prevenir o excesso de peso? Se já atingiu os seus objectivos e pretende manter o peso ideal do seu gato, eis alguns conselhos: Controlar as porções de comida: Certifique-se de que alimenta o seu gato com a quantidade recomendada pelo seu veterinário e evite deixar comida disponível durante todo o dia. Para isso, pode utilizar um alimentador automático com um microchip Surepet, ou o modelo Surefeed Connect, que o ajudará a controlar mais facilmente a ingestão de alimentos do seu animal. Alimentação equilibrada: Fornecer alimentos adequados à sua idade, tamanho e necessidades específicas. Algumas fórmulas especiais podem ajudar o animal a perder peso de forma segura. Para isso, as dietas hipocalóricas são as mais adequadas nestes casos. Aumentar o exercício: Incentivar a atividade física através de jogos e brinquedos interativos. Brincar com o seu gato pode ajudá-lo a manter-se em forma. Visitas ao veterinário: Se suspeita que o seu gato tem excesso de peso, é essencial fazer um check-up no veterinário. O veterinário pode conceber uma dieta e um plano de exercícios adequados ao seu animal de estimação. Como vê, o excesso pode afetar toda a gente, incluindo o seu animal de estimação. Por isso, não se esqueça de cuidar do peso do seu gato, tal como faria com o seu.
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Dicas para combater o frio no seu animal de estimação
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10 conselhos para combater o frio no seu cão

Ainda estamos no tempo frio, e isso pode afetar os nossos animais de estimação peludos sem que nos apercebamos. O frio pode ser difícil para alguns animais de estimação, especialmente aqueles com pelagem mais curta ou que não estão habituados ao frio. Descubra como pode ajudar o seu cão com o frio. Como ajudar o seu cão com o frio? Manter uma temperatura corporal correta é essencial para o seu bem-estar - ninguém gosta de ter frio! Por isso, aqui ficam algumas dicas para manter o seu animal de estimação confortável e seguro nos dias frios: 1. usar ropa para cães Especialmente para raças pequenas, cães com pelo curto ou cães mais velhos, podemos vestir-lhes um casaco para combater o frio. No entanto, certifique-se de que é confortável e que cobre a barriga, que é uma das zonas onde eles tendem a ficar mais frios. 2. Evite a exposição prolongada Limite o tempo que o seu cão passa ao ar livre com tempo muito frio. Se os termómetros estiverem abaixo de zero ou mesmo a nevar, os passeios devem ser mais curtos. Lembre-se também de cuidar das patas do seu cão nesta altura do ano, e não apenas no verão com as temperaturas elevadas, especialmente se andar no gelo ou na neve. Recomendamos a utilização de botas para cães, e não deixe que nada o impeça de desfrutar de um bom passeio! 3. Proteção das patas O gelo e o sal utilizados nas ruas podem irritar as almofadas das patas do seu cão. Limpe as patas do seu cão depois de cada passeio e, se necessário, utilize um creme para as proteger e tratar eventuais irritações. A nossa recomendação? O creme para as almofadas Adofilm da Calier. Graças à sua fórmula rica em ingredientes activos como o aloé vera, ajuda a reparar, regenerar e curar as patas gretadas ou pequenas feridas causadas pelo frio. 4. Alimente-o corretamente Durante os meses de inverno, o seu amigo peludo pode precisar de mais comida, especialmente se passar mais tempo no exterior. Essas calorias extra podem ajudá-lo a manter a sua temperatura corporal. Certifique-se apenas de que o alimenta com comida de qualidade, adaptada às suas necessidades e rica em nutrientes. 5. Mantenha a cama e a área de dormir quentes Faça com que a área onde o seu amigo peludo descansa em casa seja um local quente e acolhedor, especialmente na hora de dormir. Cubra-o com um cobertor e, se puder, coloque a cama dele sobre um tapete. Isto ajudará a manter a temperatura do corpo do seu amigo e torná-lo-á mais confortável enquanto dorme. 6. Hidratar Embora seja comum que muitos cães bebam menos água no inverno, é muito importante que continuem a hidratar-se. Se a água congelar no exterior, certifique-se de que tem sempre água dentro de casa. 7. Cuidado com as mudanças bruscas de temperatura Se o seu amigo peludo passar de um ambiente muito frio para um ambiente muito quente (e vice-versa), pode sentir-se desconfortável. Evite a exposição súbita a correntes de calor ou de frio. 8. Controlos de saúde regulares No inverno, algumas raças de cães (especialmente os cães de grande porte ou os muito idosos) são mais propensas a certos problemas de saúde, como problemas articulares ou respiratórios. Uma visita regular ao veterinário pode ser útil para garantir que o seu cão está preparado para o frio. 9. Exercício adequado Embora o tempo frio possa tornar os cães menos móveis, é importante que continuem a fazer exercício para se manterem activos e saudáveis. Certifique-se de que o cão se exercita em locais apropriados e seguros, como dentro de casa ou em áreas protegidas do frio extremo. 10. Evite deixar o seu cão no exterior durante longos períodos de tempo. Embora muitos cães estejam adaptados ao frio, não é aconselhável deixá-los no exterior durante longos períodos de tempo. Lembre-se de que, mesmo que utilize roupas para cães para os manter quentes, o frio extremo pode ser perigoso para a sua saúde, causando hipotermia ou queimaduras pelo frio em casos graves. Se seguir estes conselhos, o seu animal de estimação sentir-se-á muito mais confortável e seguro nos dias frios. Espero que o seu amigo peludo desfrute do inverno de uma forma calorosa e feliz!
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