O sono dos bebés é essencial para o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo das crianças. Sem um descanso adequado, as crianças podem apresentar irritabilidade, dificuldade de concentração e problemas de crescimento. Neste artigo, falamos de perturbações do sono nas crianças e de como as tratar. Continue a ler!
Causas dos distúrbios do sono nas crianças
O não cumprimento de uma rotina de sono, o stress ou a ansiedade devido a situações novas como o início da escola, a chegada de um irmãozinho ou irmãzinha, a exposição constante a ecrãs, especialmente antes de dormir, ou problemas médicos como alergias, asma ou apneia do sono, podem estar na origem dos problemas de sono dos nossos pequenos .
Distúrbios do sono consoante a idade
O sono das crianças varia consoante a idade, e as perturbações do sono nas crianças podem manifestar-se de diferentes formas:
Perturbações do sono em crianças de 1 a 2 anos: Durante os primeiros anos, as crianças ainda estão a consolidar os seus padrões de sono. Algumas têm despertares frequentes durante a noite ou têm dificuldade em dormir. Esta situação está frequentemente relacionada com a transição da sesta para o sono noturno, com os terrores noturnos ou com o medo da separação.
Insónia em crianças dos 2 aos 3 anos: Caracteriza-se por dificuldade em adormecer, despertares noturnos frequentes ou dependência de objectos ou pessoas para adormecer.
Insónia das crianças dos 6 aos 12 anos: Nesta fase, pode estar associada ao stress escolar, ao excesso de actividades pós-escolares ou mesmo à utilização de aparelhos electrónicos. É essencial ensinar às crianças técnicas de relaxamento, estabelecer uma rotina e limitar o tempo de ecrã antes da hora de dormir.
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Os distúrbios do sono nas crianças são comuns, mas os hábitos corretos podem minimizar os seus efeitos e melhorar o sono das crianças. Manter rotinas regulares, um ambiente tranquilo, uma boa alimentação e limitar os ecrãs podem ajudar o seu filho a descansar durante toda a noite e a ter uma boa noite de sono.
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A bronquiolite nos bebés é uma das doenças respiratórias mais comuns durante os primeiros anos de vida, especialmente no outono e no inverno. Neste artigo, dizemos-lhe o que é, como se propaga, quais são os sintomas mais comuns e como atuar. Continue a ler!
O que é a bronquiolite do bebé?
A bronquiolite do bebé éuma infeção respiratória que afecta os bronquíolos, as vias respiratórias mais pequenas dos pulmões. Estes ficam inflamados e cheios de muco, dificultando a respiração, e são muito comuns em bebés com menos de dois anos de idade.
Como é que a bronquiolite se propaga?
A bronquiolite transmite-se por contacto direto com secreções respiratórias, como espirros, tosse, beijos, mãos ou superfícies contaminadas, onde o vírus pode sobreviver durante horas.
É por esta razão que é tão comum a bronquiolite espalhar-se rapidamente em infantários, hospitais ou ambientes familiares, especialmente se houver irmãos mais velhos constipados.
Como posso saber se o meu bebé tem bronquiolite?
Muitos pais perguntam-se como saber se o seu bebé tem bronquiolite, uma vez que à primeira vista pode parecer uma simples constipação. Os primeiros sintomas são normalmente:
Congestão nasal.
Corrimento nasal abundante.
Tosse ligeira.
Com o passar dos dias, podem aparecer outros sinais mais evidentes, como respiração rápida, dificuldade em respirar, pieira, falta de apetite ou cansaço excessivo.
E se o bebé não tiver febre? Apesar de muitos bebés terem febre baixa ou febre baixa, outros apresentam apenas sintomas respiratórios sem febre, pelo que é fundamental observar a respiração e o comportamento geral do bebé, para além da temperatura.
Quanto tempo dura a bronquiolite?
Outra pergunta frequente é quanto tempo dura a bronquiolite. A doença dura normalmente entre 7 e 14 dias, embora a tosse possa durar até três semanas. Os primeiros 3 a 5 dias são normalmente os mais intensos, após os quais os sintomas melhoram gradualmente.
Em alguns bebés, especialmente nos prematuros ou com doenças anteriores, a progressão pode ser mais lenta e requerer acompanhamento médico.
Remédios para a bronquiolite
Como esta infeção respiratória é causada por um vírus e não por bactérias, não existem antibióticos para a bronquiolite ou xaropes para tratar esta infeção. Nestes casos, o tratamento recomendado é:
Limpeza nasal com soro fisiológico.
Manter o bebé bem hidratado.
Controlara febre se esta aparecer.
Ambiente ventilado e sem fumo.
Embora seja aconselhável consultar imediatamente um pediatra se a respiração do bebé for difícil, se as costelas se afundarem ao respirar, se deixar de comer, se estiver muito fraco ou se tiver pausas na respiração.
Alimentação complementar em bebés: quando introduzir cada alimento?
A introdução de alimentos da forma correta e na altura certa não só garante uma nutrição óptima, como também ajuda a prevenir alergias, intolerâncias e problemas digestivos. Sim, estamos a falar de alimentação complementar. Neste artigo, dizemos-lhe quando e como introduzir cada alimento na dieta do seu bebé. Continue a ler!
O que é a alimentação complementar?
A alimentação complementar refere-se à incorporação de alimentos sólidos ou semi-sólidos na dieta do bebé, a partir dos seis meses de idade, enquanto o aleitamento materno ou o leite artificial continuam a ser a principal fonte de nutrientes. Pode dizer-se que a alimentação complementar é a alimentação de um bebé de 6 meses. Esta fase é crucial para:
Satisfazer as necessidades nutricionais que o leite sozinho já não consegue satisfazer, como o ferro, o zinco e a vitamina D.
Incentivar a aceitação de diferentes texturas e sabores.
Estabelecer hábitos alimentares saudáveis desde tenra idade.
Sinais de que o seu bebé está pronto para alimentos sólidos
Antes de iniciar a alimentação complementar, é importante certificar-se de que o seu bebé está física e neurologicamente preparado. Alguns sinais de prontidão incluem:
Manter a cabeça direita e controlar o tronco quando se senta.
Mostrar interesse nos alimentos ingeridos pelos adultos, olhando para eles ou tentando pegá-los.
Perder o reflexo de extrusão, que consiste em empurrar os alimentos para fora da boca com a língua.
Capacidade de abrir a boca e fechar os lábios à volta de uma colher.
Introdução progressiva dos alimentos
A introdução dos alimentos deve ser gradual e ordenada, respeitando o desenvolvimento e as necessidades nutricionais do bebé. Um guia geral de alimentação complementar é o seguinte
Cereais e purés de legumes (6 meses) 2.Pode começar com cereais sem glúten e purés de vegetais moles, como cenoura, abóbora, curgete ou batata. Estes alimentos fornecem energia e vitaminas essenciais. É aconselhável oferecer apenas um novo alimento de cada vez durante 3 a 5 dias para verificar possíveis alergias.
2. fruta (6 meses)Os frutos macios e maduros, como a banana, a pera ou a maçã cozinhada, são introduzidos depois dos legumes. São ricos em fibras, vitaminas e antioxidantes, e ajudam a desenvolver o gosto pelos sabores doces naturais.
3. Proteínas animais (7-8 meses)Podem ser adicionadas carnes magras, como frango, peru ou vaca, bem como peixe branco. Estes alimentos são fontes importantes de ferro e zinco, essenciais para o crescimento e desenvolvimento cognitivo.
6. Leguminosas (8-9 meses)As leguminosas, como as lentilhas, o grão-de-bico e o feijão, são oferecidas bem cozinhadas e amassadas. São uma excelente fonte de fibras, de proteínas vegetais e de minerais como o ferro e o magnésio.
4. Lacticínios (8-9 meses)Podem ser introduzidos iogurtes naturais ou queijos frescos, sempre em quantidades moderadas e evitando o leite de vaca como bebida principal até o bebé ter um ano de idade. Os produtos lácteos fornecem cálcio e proteínas de alta qualidade.
5. Ovos (8-10 meses)Os ovos são ricos em proteínas e vitaminas. É aconselhável introduzir primeiro a gema cozida e depois a clara, tendo em atenção possíveis reacções alérgicas.
7. Alimentos com glúten (6-8 meses)Os cereais com glúten, como a aveia, o trigo ou a cevada, podem ser introduzidos gradualmente, observando a tolerância digestiva do bebé.
Conselhos práticos para a alimentação complementar
Texturas progressivas: comece com purés suaves e ofereça gradualmente puré ou pequenos pedaços de alimentos, incentivando a mastigação e o desenvolvimento oral.
Evitar o sal e o açúcar: os bebés não precisam de adicionar estes ingredientes; o sal pode prejudicar os rins em desenvolvimento e o açúcar incentiva hábitos pouco saudáveis.
Alimentação guiada pelo bebé: permita que os bebés explorem e peguem nos alimentos com as mãos, incentivando a autonomia e a aceitação de novos sabores.
Variedade e cor: oferecer alimentos de diferentes cores e texturas estimula a curiosidade e assegura um fornecimento equilibrado de nutrientes.
Evitar alimentos de risco: mel, frutos secos inteiros, peixe com elevado teor de mercúrio ou alimentos muito duros ou pequenos que possam provocar asfixia.
Cada bebé é único e pode aceitar novos alimentos a ritmos diferentes. A paciência é essencial, assim como a observação de quaisquer reacções adversas, como erupções cutâneas, vómitos ou diarreia, que possam indicar alergias ou intolerâncias. Em caso de dúvida, é sempre aconselhável consultar o pediatra ou um especialista em nutrição infantil.
Quando tirar a chupeta do seu bebé? Dicas para conseguir isso
A chupeta é um dos objectos mais utilizados durante os primeiros meses de vida do bebé. Embora possa ser benéfica, também é importante saber quando e como retirar a chupeta para evitar possíveis riscos.
Para que serve uma chupeta?
Os bebés utilizam a sucção não só para se alimentarem, mas também como uma forma de se acalmarem e se auto-regularem. Esta última função de conforto é desempenhada pela chupeta, fazendo assim parte do desenvolvimento do bebé, especialmente nos primeiros meses de vida.
Entre os seus principais benefícios comprovados contam-se:
Reduzir o tempo de permanência dos bebés prematuros nos hospitais: a sucção não nutritiva ajuda a reduzir a hospitalização e, nestes casos, é feita através de uma chupeta.
Reduzir o risco de Síndroma de Morte Súbita do Lactente (SIDS).
No entanto, é importante saber que não existem apenas benefícios, mas também riscos como engasgamento acidental ou problemas dentários.
Quando é que uma chupeta deve ser utilizada?
Não se deve abusar da chupeta e, se for usada, deve ser de forma controlada e temporária, pois o uso prolongado aumenta o risco de:
Infecções do ouvido médio, especialmente após os 6 meses de idade. Isto deve-se ao facto de a sucção constante poder abrir a trompa de Eustáquio, permitindo a passagem de bactérias e secreções, o que provoca inflamação e acumulação de fluidos.
Problemas dentários e de mordida, devido a alterações na estrutura da mandíbula, especialmente após os dois anos de idade.
Por estes motivos, é muito importante não abusar e evitar o seu uso constante, mesmo nos primeiros meses de vida.
A sua utilização deve ser controlada, uma vez que, se for utilizada a pedido, pode gerar dependência, tornando-se a única ferramenta do bebé para se acalmar, o que dificulta a sua autorregulação emocional e pode levar aos problemas acima referidos.
Quando se deve retirar a chupeta?
De acordo com a Associação Espanhola de Pediatria (AEP), é aconselhável limitar a sua utilização até aos 12 meses de idade, uma vez que o risco de SIDS é excecional após o primeiro ano de vida e, além disso, é neste primeiro ano que os bebés têm maior necessidade de mamar.
Por outro lado, a Sociedade Espanhola de Ortodontia recomenda a sua remoção antes dos 2 anos de idade, altura em que aumenta o risco de más oclusões: problemas dentários e de mordida.
Como retirar corretamente a chupeta de um bebé?
A forma de retirar a chupeta dependerá da idade da criança, do seu carácter e do seu grau de maturidade. É importante não retirar a chupeta de forma repentina ou abrupta, pois isso pode ser traumático.
Abaixo dos 15 meses, é geralmente mais fácil retirá-la diretamente e mantê-la fora da vista, seguindo uma série de conselhos de consolação quando a criança chora ou protesta.
No entanto, entre os 18 e os 24 meses, o processo é mais complexo. O temperamentoO temperamento, como já foi referido, é influenciado e, normalmente, há dois extremos. Há crianças que se adaptam facilmente e são mais calmas, o que é mais fácil, e outras para as quais precisaremos de mais habilidade e paciência, pois são mais irrequietas, frustram-se mais rapidamente e toleram menos as mudanças.
A grande maioria das crianças situa-se algures entre estes dois extremos, em geral, com muitas variações, pois cada criança é diferente.
É essencial evitar a retirada da chupeta em alturas de grandes mudanças, como o início do jardim de infância, uma mudança de casa ou a chegada de um irmão ou irmã.
Conselhos para o conseguir:
Fale com o seu filho para lhe explicar que estamos lá para o ajudar e que, à medida que ele cresce, vai precisar cada vez menos.
Reduzir ou limitar o uso da chupeta a períodos específicos, como o sono. Quando a criança chora ou protesta, acalme-a com contacto físico, falando com ela ou substituindo-a por um objeto de apego, como um cobertor, uma boneca, um brinquedo de peluche, etc.
Reconheça os esforços da criança quando não a está a utilizar, com elogios ou fazendo um calendário com estrelas ou caras felizes, que pode ser pendurado no frigorífico.
Explique-lhes que devem tirá-la quando falam, porque se estiverem a usar a chupeta não conseguem compreendê-la bem, o que serve de reforço para a largarem voluntariamente.
Tenha um local para deixar as chupetas e só as tire de vez em quando.
O último adeus
Um truque pode ser preparar uma ''cerimónia ou festa de despedida'', em que será a criança a despedir-se e a decidir o que fazer com ela. Pode colocá-lo numa caixa para o dar às crianças mais novas, enviá-lo para o "mundo dos bonecos", dá-lo aos Reis Magos ou ao Pai Natal, entre outras opções. Esta despedida pode ser feita em casa ou na creche com as restantes crianças.
Já o levámos, e agora? Síndrome de retirada
Nesta fase, quando já tivermos conseguido que a criança deixe de usar a chupeta, vai acontecer novamente que a criança se lembre dela e volte a pedi-la. Esta situação é conhecida como síndroma de abstinência e é acompanhada de choro intenso, irritabilidade, birras, problemas de sono e maior procura de conforto.
É muito importante não comprar um novo, mas falar com ele e recordar-lhe que já se despediu dele porque está a ficar mais velho. Teremos de esperar que isto passe, pois é uma fase temporária, que normalmente dura alguns dias ou semanas e requer muita paciência, e é importante oferecer à criança novas formas de conforto, que a acompanhem e sustentem até se adaptar.
A varicela é uma das doenças infecciosas mais comuns na infância, mas sabia que também pode afetar adultos e adolescentes? É uma doença comum, mas que gera muitas dúvidas. Na Farmaciasdirect contamos-lhe tudo o que precisa de saber sobre a varicela e as medidas que deve tomar para a sua prevenção e tratamento.
O que é a varicela?
A varicela é uma doença infecciosa causada pelo vírus varicela-zoster, uma família de herpesvírus. Pode afetar pessoas de qualquer idade, mas os seus sintomas são mais graves nos adultos, nas mulheres grávidas e nas pessoas com um sistema imunitário enfraquecido. Recorde-se que a varicela pode aparecer em bebés ou em adultos.
Uma vez passado o processo infecioso, o vírus não desaparece, permanece no corpo "adormecido", latente, e pode reaparecer sob a forma de herpes zoster ou "zona".
Sintomas da varicela
A varicela caracteriza-se pelos seguintes sintomas
Febre
Mal-estar, cansaço
Perda de apetite
Dores de cabeça
Erupções ou erupções cutâneas muito características devido ao seu aspeto vermelho. Esta evolui para uma bolha e depois forma uma crosta.
Comichão intensa
Estes sintomas aparecem 10 a 21 dias após a infeção. Nem todas as pessoas sofrem os sintomas com a mesma intensidade, sendo mais graves nos adultos do que nas crianças.
A varicela é contagiosa?
Sim, a varicela é altamente contagiosa, mas como é que a varicela se transmite? Pode ser transmitida de duas formas:
Por via aérea: é transmitida por gotículas de uma pessoa infetada ao tossir, falar ou espirrar.
Contacto direto: propaga-se tocando nas lesões.
Uma pessoa que tenha varicela pode começar a propagá-la 1-2 dias antes de aparecer a primeira lesão. Continuará a fazê-lo até que todas as crostas desapareçam.
Quanto tempo dura a varicela?
A varicela dura normalmente 7 a 10 dias, embora possa durar um pouco mais, dependendo do tempo que as crostas demoram a cicatrizar.
Complicações possíveis
A varicela é uma doença que, se for devidamente controlada, não deve causar complicações. As complicações são raras, mas podem incluir as seguintes
Pneumonia por varicela, mais frequente nos adultos.
Sobre-infecções bacterianas da pele, devido ao ato de coçar.
Complicações neurológicas, em casos muito raros.
Fases da varicela
A varicela evolui da seguinte forma:
Fase de incubação: não há sintomas visíveis.
Fase prodrómica: os sintomas aparecem 10-21 dias após a infeção.
Fase eruptiva: aparecem lesões. A erupção cutânea evolui para uma bolha e depois forma uma crosta.
Fase de cicatrização: as crostas caem. Se não tiverem sido coçadas, não haverá cicatrizes.
Como tratar a varicela
O processo viral deve ser monitorado e acompanhado por um médico. Normalmente, o médico prescreve e recomenda
Medicamentos antipiréticos, para baixar a febre.
Medicamentos anti-histamínicos, para combater a comichão.
Loções secantes, para as crostas.
Loções calmantes, para aliviar a comichão e restaurar o conforto da pele.
Medicamentos antivirais específicos, se for caso disso.
São recomendados duches curtos com produtos suaves, como óleos de lavagem. Além disso, manter as unhas curtas para evitar coçar as lesões e aliviar a comichão.
Prevenção da varicela
A principal medida preventiva contra a varicela é a vacinação. De facto, está incluída no calendário de vacinação das crianças, embora também seja recomendada em casos de pessoas mais vulneráveis à doença e que não tenham tido a doença.
Outras medidas de prevenção eficazes são
Higiene das mãos.
Evitar o contacto com pessoas infectadas.
Manter-se isolado durante a fase contagiosa.
A varicela e as cicatrizes
Como já vimos, durante o processo da varicela, produzem-se diferentes tipos de lesões cutâneas que provocam muita comichão, um sintoma que é muito incómodo. Perante isto, temos inevitavelmente tendência para nos coçarmos, mas isto é algo que devemos evitar se não quisermos que fiquem cicatrizes. Para isso, recomendamos:
Unhas curtas; se houver arranhões, pelo menos não haverá risco de danos.
Evitar coçar.
Não manusear as crostas.
Aplicar produtos tópicos que aliviem a comichão.
Uma boa hidratação da pele para favorecer a sua recuperação.
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