A bronquiolite nos bebés é uma das doenças respiratórias mais comuns durante os primeiros anos de vida, especialmente no outono e no inverno. Neste artigo, dizemos-lhe o que é, como se propaga, quais são os sintomas mais comuns e como atuar. Continue a ler!
O que é a bronquiolite do bebé?
A bronquiolite do bebé éuma infeção respiratória que afecta os bronquíolos, as vias respiratórias mais pequenas dos pulmões. Estes ficam inflamados e cheios de muco, dificultando a respiração, e são muito comuns em bebés com menos de dois anos de idade.
Como é que a bronquiolite se propaga?
A bronquiolite transmite-se por contacto direto com secreções respiratórias, como espirros, tosse, beijos, mãos ou superfícies contaminadas, onde o vírus pode sobreviver durante horas.
É por esta razão que é tão comum a bronquiolite espalhar-se rapidamente em infantários, hospitais ou ambientes familiares, especialmente se houver irmãos mais velhos constipados.
Como posso saber se o meu bebé tem bronquiolite?
Muitos pais perguntam-se como saber se o seu bebé tem bronquiolite, uma vez que à primeira vista pode parecer uma simples constipação. Os primeiros sintomas são normalmente:
Congestão nasal.
Corrimento nasal abundante.
Tosse ligeira.
Com o passar dos dias, podem aparecer outros sinais mais evidentes, como respiração rápida, dificuldade em respirar, pieira, falta de apetite ou cansaço excessivo.
E se o bebé não tiver febre? Apesar de muitos bebés terem febre baixa ou febre baixa, outros apresentam apenas sintomas respiratórios sem febre, pelo que é fundamental observar a respiração e o comportamento geral do bebé, para além da temperatura.
Quanto tempo dura a bronquiolite?
Outra pergunta frequente é quanto tempo dura a bronquiolite. A doença dura normalmente entre 7 e 14 dias, embora a tosse possa durar até três semanas. Os primeiros 3 a 5 dias são normalmente os mais intensos, após os quais os sintomas melhoram gradualmente.
Em alguns bebés, especialmente nos prematuros ou com doenças anteriores, a progressão pode ser mais lenta e requerer acompanhamento médico.
Remédios para a bronquiolite
Como esta infeção respiratória é causada por um vírus e não por bactérias, não existem antibióticos para a bronquiolite ou xaropes para tratar esta infeção. Nestes casos, o tratamento recomendado é:
Limpeza nasal com soro fisiológico.
Manter o bebé bem hidratado.
Controlara febre se esta aparecer.
Ambiente ventilado e sem fumo.
Embora seja aconselhável consultar imediatamente um pediatra se a respiração do bebé for difícil, se as costelas se afundarem ao respirar, se deixar de comer, se estiver muito fraco ou se tiver pausas na respiração.
Alimentação complementar em bebés: quando introduzir cada alimento?
A introdução de alimentos da forma correta e na altura certa não só garante uma nutrição óptima, como também ajuda a prevenir alergias, intolerâncias e problemas digestivos. Sim, estamos a falar de alimentação complementar. Neste artigo, dizemos-lhe quando e como introduzir cada alimento na dieta do seu bebé. Continue a ler!
O que é a alimentação complementar?
A alimentação complementar refere-se à incorporação de alimentos sólidos ou semi-sólidos na dieta do bebé, a partir dos seis meses de idade, enquanto o aleitamento materno ou o leite artificial continuam a ser a principal fonte de nutrientes. Pode dizer-se que a alimentação complementar é a alimentação de um bebé de 6 meses. Esta fase é crucial para:
Satisfazer as necessidades nutricionais que o leite sozinho já não consegue satisfazer, como o ferro, o zinco e a vitamina D.
Incentivar a aceitação de diferentes texturas e sabores.
Estabelecer hábitos alimentares saudáveis desde tenra idade.
Sinais de que o seu bebé está pronto para alimentos sólidos
Antes de iniciar a alimentação complementar, é importante certificar-se de que o seu bebé está física e neurologicamente preparado. Alguns sinais de prontidão incluem:
Manter a cabeça direita e controlar o tronco quando se senta.
Mostrar interesse nos alimentos ingeridos pelos adultos, olhando para eles ou tentando pegá-los.
Perder o reflexo de extrusão, que consiste em empurrar os alimentos para fora da boca com a língua.
Capacidade de abrir a boca e fechar os lábios à volta de uma colher.
Introdução progressiva dos alimentos
A introdução dos alimentos deve ser gradual e ordenada, respeitando o desenvolvimento e as necessidades nutricionais do bebé. Um guia geral de alimentação complementar é o seguinte
Cereais e purés de legumes (6 meses) 2.Pode começar com cereais sem glúten e purés de vegetais moles, como cenoura, abóbora, curgete ou batata. Estes alimentos fornecem energia e vitaminas essenciais. É aconselhável oferecer apenas um novo alimento de cada vez durante 3 a 5 dias para verificar possíveis alergias.
2. fruta (6 meses)Os frutos macios e maduros, como a banana, a pera ou a maçã cozinhada, são introduzidos depois dos legumes. São ricos em fibras, vitaminas e antioxidantes, e ajudam a desenvolver o gosto pelos sabores doces naturais.
3. Proteínas animais (7-8 meses)Podem ser adicionadas carnes magras, como frango, peru ou vaca, bem como peixe branco. Estes alimentos são fontes importantes de ferro e zinco, essenciais para o crescimento e desenvolvimento cognitivo.
6. Leguminosas (8-9 meses)As leguminosas, como as lentilhas, o grão-de-bico e o feijão, são oferecidas bem cozinhadas e amassadas. São uma excelente fonte de fibras, de proteínas vegetais e de minerais como o ferro e o magnésio.
4. Lacticínios (8-9 meses)Podem ser introduzidos iogurtes naturais ou queijos frescos, sempre em quantidades moderadas e evitando o leite de vaca como bebida principal até o bebé ter um ano de idade. Os produtos lácteos fornecem cálcio e proteínas de alta qualidade.
5. Ovos (8-10 meses)Os ovos são ricos em proteínas e vitaminas. É aconselhável introduzir primeiro a gema cozida e depois a clara, tendo em atenção possíveis reacções alérgicas.
7. Alimentos com glúten (6-8 meses)Os cereais com glúten, como a aveia, o trigo ou a cevada, podem ser introduzidos gradualmente, observando a tolerância digestiva do bebé.
Conselhos práticos para a alimentação complementar
Texturas progressivas: comece com purés suaves e ofereça gradualmente puré ou pequenos pedaços de alimentos, incentivando a mastigação e o desenvolvimento oral.
Evitar o sal e o açúcar: os bebés não precisam de adicionar estes ingredientes; o sal pode prejudicar os rins em desenvolvimento e o açúcar incentiva hábitos pouco saudáveis.
Alimentação guiada pelo bebé: permita que os bebés explorem e peguem nos alimentos com as mãos, incentivando a autonomia e a aceitação de novos sabores.
Variedade e cor: oferecer alimentos de diferentes cores e texturas estimula a curiosidade e assegura um fornecimento equilibrado de nutrientes.
Evitar alimentos de risco: mel, frutos secos inteiros, peixe com elevado teor de mercúrio ou alimentos muito duros ou pequenos que possam provocar asfixia.
Cada bebé é único e pode aceitar novos alimentos a ritmos diferentes. A paciência é essencial, assim como a observação de quaisquer reacções adversas, como erupções cutâneas, vómitos ou diarreia, que possam indicar alergias ou intolerâncias. Em caso de dúvida, é sempre aconselhável consultar o pediatra ou um especialista em nutrição infantil.
Quando tirar a chupeta do seu bebé? Dicas para conseguir isso
A chupeta é um dos objectos mais utilizados durante os primeiros meses de vida do bebé. Embora possa ser benéfica, também é importante saber quando e como retirar a chupeta para evitar possíveis riscos.
Para que serve uma chupeta?
Os bebés utilizam a sucção não só para se alimentarem, mas também como uma forma de se acalmarem e se auto-regularem. Esta última função de conforto é desempenhada pela chupeta, fazendo assim parte do desenvolvimento do bebé, especialmente nos primeiros meses de vida.
Entre os seus principais benefícios comprovados contam-se:
Reduzir o tempo de permanência dos bebés prematuros nos hospitais: a sucção não nutritiva ajuda a reduzir a hospitalização e, nestes casos, é feita através de uma chupeta.
Reduzir o risco de Síndroma de Morte Súbita do Lactente (SIDS).
No entanto, é importante saber que não existem apenas benefícios, mas também riscos como engasgamento acidental ou problemas dentários.
Quando é que uma chupeta deve ser utilizada?
Não se deve abusar da chupeta e, se for usada, deve ser de forma controlada e temporária, pois o uso prolongado aumenta o risco de:
Infecções do ouvido médio, especialmente após os 6 meses de idade. Isto deve-se ao facto de a sucção constante poder abrir a trompa de Eustáquio, permitindo a passagem de bactérias e secreções, o que provoca inflamação e acumulação de fluidos.
Problemas dentários e de mordida, devido a alterações na estrutura da mandíbula, especialmente após os dois anos de idade.
Por estes motivos, é muito importante não abusar e evitar o seu uso constante, mesmo nos primeiros meses de vida.
A sua utilização deve ser controlada, uma vez que, se for utilizada a pedido, pode gerar dependência, tornando-se a única ferramenta do bebé para se acalmar, o que dificulta a sua autorregulação emocional e pode levar aos problemas acima referidos.
Quando se deve retirar a chupeta?
De acordo com a Associação Espanhola de Pediatria (AEP), é aconselhável limitar a sua utilização até aos 12 meses de idade, uma vez que o risco de SIDS é excecional após o primeiro ano de vida e, além disso, é neste primeiro ano que os bebés têm maior necessidade de mamar.
Por outro lado, a Sociedade Espanhola de Ortodontia recomenda a sua remoção antes dos 2 anos de idade, altura em que aumenta o risco de más oclusões: problemas dentários e de mordida.
Como retirar corretamente a chupeta de um bebé?
A forma de retirar a chupeta dependerá da idade da criança, do seu carácter e do seu grau de maturidade. É importante não retirar a chupeta de forma repentina ou abrupta, pois isso pode ser traumático.
Abaixo dos 15 meses, é geralmente mais fácil retirá-la diretamente e mantê-la fora da vista, seguindo uma série de conselhos de consolação quando a criança chora ou protesta.
No entanto, entre os 18 e os 24 meses, o processo é mais complexo. O temperamentoO temperamento, como já foi referido, é influenciado e, normalmente, há dois extremos. Há crianças que se adaptam facilmente e são mais calmas, o que é mais fácil, e outras para as quais precisaremos de mais habilidade e paciência, pois são mais irrequietas, frustram-se mais rapidamente e toleram menos as mudanças.
A grande maioria das crianças situa-se algures entre estes dois extremos, em geral, com muitas variações, pois cada criança é diferente.
É essencial evitar a retirada da chupeta em alturas de grandes mudanças, como o início do jardim de infância, uma mudança de casa ou a chegada de um irmão ou irmã.
Conselhos para o conseguir:
Fale com o seu filho para lhe explicar que estamos lá para o ajudar e que, à medida que ele cresce, vai precisar cada vez menos.
Reduzir ou limitar o uso da chupeta a períodos específicos, como o sono. Quando a criança chora ou protesta, acalme-a com contacto físico, falando com ela ou substituindo-a por um objeto de apego, como um cobertor, uma boneca, um brinquedo de peluche, etc.
Reconheça os esforços da criança quando não a está a utilizar, com elogios ou fazendo um calendário com estrelas ou caras felizes, que pode ser pendurado no frigorífico.
Explique-lhes que devem tirá-la quando falam, porque se estiverem a usar a chupeta não conseguem compreendê-la bem, o que serve de reforço para a largarem voluntariamente.
Tenha um local para deixar as chupetas e só as tire de vez em quando.
O último adeus
Um truque pode ser preparar uma ''cerimónia ou festa de despedida'', em que será a criança a despedir-se e a decidir o que fazer com ela. Pode colocá-lo numa caixa para o dar às crianças mais novas, enviá-lo para o "mundo dos bonecos", dá-lo aos Reis Magos ou ao Pai Natal, entre outras opções. Esta despedida pode ser feita em casa ou na creche com as restantes crianças.
Já o levámos, e agora? Síndrome de retirada
Nesta fase, quando já tivermos conseguido que a criança deixe de usar a chupeta, vai acontecer novamente que a criança se lembre dela e volte a pedi-la. Esta situação é conhecida como síndroma de abstinência e é acompanhada de choro intenso, irritabilidade, birras, problemas de sono e maior procura de conforto.
É muito importante não comprar um novo, mas falar com ele e recordar-lhe que já se despediu dele porque está a ficar mais velho. Teremos de esperar que isto passe, pois é uma fase temporária, que normalmente dura alguns dias ou semanas e requer muita paciência, e é importante oferecer à criança novas formas de conforto, que a acompanhem e sustentem até se adaptar.
A varicela é uma das doenças infecciosas mais comuns na infância, mas sabia que também pode afetar adultos e adolescentes? É uma doença comum, mas que gera muitas dúvidas. Na Farmaciasdirect contamos-lhe tudo o que precisa de saber sobre a varicela e as medidas que deve tomar para a sua prevenção e tratamento.
O que é a varicela?
A varicela é uma doença infecciosa causada pelo vírus varicela-zoster, uma família de herpesvírus. Pode afetar pessoas de qualquer idade, mas os seus sintomas são mais graves nos adultos, nas mulheres grávidas e nas pessoas com um sistema imunitário enfraquecido. Recorde-se que a varicela pode aparecer em bebés ou em adultos.
Uma vez passado o processo infecioso, o vírus não desaparece, permanece no corpo "adormecido", latente, e pode reaparecer sob a forma de herpes zoster ou "zona".
Sintomas da varicela
A varicela caracteriza-se pelos seguintes sintomas
Febre
Mal-estar, cansaço
Perda de apetite
Dores de cabeça
Erupções ou erupções cutâneas muito características devido ao seu aspeto vermelho. Esta evolui para uma bolha e depois forma uma crosta.
Comichão intensa
Estes sintomas aparecem 10 a 21 dias após a infeção. Nem todas as pessoas sofrem os sintomas com a mesma intensidade, sendo mais graves nos adultos do que nas crianças.
A varicela é contagiosa?
Sim, a varicela é altamente contagiosa, mas como é que a varicela se transmite? Pode ser transmitida de duas formas:
Por via aérea: é transmitida por gotículas de uma pessoa infetada ao tossir, falar ou espirrar.
Contacto direto: propaga-se tocando nas lesões.
Uma pessoa que tenha varicela pode começar a propagá-la 1-2 dias antes de aparecer a primeira lesão. Continuará a fazê-lo até que todas as crostas desapareçam.
Quanto tempo dura a varicela?
A varicela dura normalmente 7 a 10 dias, embora possa durar um pouco mais, dependendo do tempo que as crostas demoram a cicatrizar.
Complicações possíveis
A varicela é uma doença que, se for devidamente controlada, não deve causar complicações. As complicações são raras, mas podem incluir as seguintes
Pneumonia por varicela, mais frequente nos adultos.
Sobre-infecções bacterianas da pele, devido ao ato de coçar.
Complicações neurológicas, em casos muito raros.
Fases da varicela
A varicela evolui da seguinte forma:
Fase de incubação: não há sintomas visíveis.
Fase prodrómica: os sintomas aparecem 10-21 dias após a infeção.
Fase eruptiva: aparecem lesões. A erupção cutânea evolui para uma bolha e depois forma uma crosta.
Fase de cicatrização: as crostas caem. Se não tiverem sido coçadas, não haverá cicatrizes.
Como tratar a varicela
O processo viral deve ser monitorado e acompanhado por um médico. Normalmente, o médico prescreve e recomenda
Medicamentos antipiréticos, para baixar a febre.
Medicamentos anti-histamínicos, para combater a comichão.
Loções secantes, para as crostas.
Loções calmantes, para aliviar a comichão e restaurar o conforto da pele.
Medicamentos antivirais específicos, se for caso disso.
São recomendados duches curtos com produtos suaves, como óleos de lavagem. Além disso, manter as unhas curtas para evitar coçar as lesões e aliviar a comichão.
Prevenção da varicela
A principal medida preventiva contra a varicela é a vacinação. De facto, está incluída no calendário de vacinação das crianças, embora também seja recomendada em casos de pessoas mais vulneráveis à doença e que não tenham tido a doença.
Outras medidas de prevenção eficazes são
Higiene das mãos.
Evitar o contacto com pessoas infectadas.
Manter-se isolado durante a fase contagiosa.
A varicela e as cicatrizes
Como já vimos, durante o processo da varicela, produzem-se diferentes tipos de lesões cutâneas que provocam muita comichão, um sintoma que é muito incómodo. Perante isto, temos inevitavelmente tendência para nos coçarmos, mas isto é algo que devemos evitar se não quisermos que fiquem cicatrizes. Para isso, recomendamos:
Unhas curtas; se houver arranhões, pelo menos não haverá risco de danos.
Evitar coçar.
Não manusear as crostas.
Aplicar produtos tópicos que aliviem a comichão.
Uma boa hidratação da pele para favorecer a sua recuperação.
A escolha do leite em pó correto é uma das decisões mais importantes que as mães e os pais tomam quando, por qualquer razão, a amamentação não é possível ou precisa de ser complementada. Perante tantas opções, é normal que se pergunte qual é o melhor leite em pó ou qual é o melhor leite em pó para cada fase de crescimento. Neste artigo, dizemos-lhe qual é o melhor leite de fórmula para o seu bebé e porquê.
O que é o leite em pó e porque é que não existe "uma" melhor escolha?
O leite em pó é um alimento concebido para satisfazer as necessidades nutricionais do bebé quando este não pode ser amamentado exclusivamente ao peito. No entanto, a questão de"qual é a melhor fórmula para bebés" não tem uma resposta fixa, porque cada bebé tem necessidades diferentes.
Algumas fórmulas são concebidas para bebés com perturbações digestivas, outras incluem ingredientes que tentam assemelhar-se ao leite materno e existem opções específicas para alergias, bebés prematuros ou com baixo peso.Assim, embora muitos pais procurem a melhor fórmula infantil, o melhor é identificar o leite que melhor se adapta às caraterísticas e necessidades do seu bebé, sempre sob a orientação do seu pediatra.
Qual é a melhor fórmula segundo a OMS?
Uma das dúvidas mais comuns entre as famílias é saber qual é o melhor leite de fórmula para o seu bebé. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno como a escolha ideal, especialmente durante os primeiros seis meses de vida.
No entanto, quando o aleitamento materno não é possível, as fórmulas infantis são a alternativa mais adequada, desde que cumpram os requisitos e padrões nutricionais estabelecidos e sejam utilizadas por recomendação do pediatra.
Qual é a melhor fórmula para o meu bebé?
Ao escolher o leite para o seu bebé, é importante ter em conta os seguintes aspectos
1. composição nutricional: É muito importante que a sua fórmula inclua ácidos gordos essenciais (DHA e ARA), nucleótidos, vitaminas e minerais. Além de ingredientes que apoiem o desenvolvimento cognitivo, imunitário e digestivo.
2) Facilmente digerível: Alguns bebés toleram melhor as fórmulas com proteínas parcialmente hidrolisadas ou com componentes que promovem a digestão. Estas são especialmente concebidas para os bebés com digestões mais pesadas e lentas.
3. Recomendação do seu pediatra: ele conhece a história clínica do seu bebé e pode orientá-la sobre a opção mais adequada.
4. Idade do bebé: o leite em pó é classificado nas 3 fases seguintes:
Fase 1: Recém-nascidos.
Fase 2: A partir dos 6 meses.
Fase 3: Mais de 12 meses.
Os melhores leites de fórmula: a nossa recomendação
Entre as fórmulas de seguimento, algumas destacam-se pela sua composição e pela aceitação que têm entre bebés, pais e pediatras. Entre eles, os leites Nestlé Nan Supreme Pro são alternativas concebidas para apoiar a nutrição e o desenvolvimento dos mais pequenos nas fases posteriores:
Leite de seguimento Nan Supreme Pro 2
Leite de seguimento concebido para bebés que tenham atingido os seis anos de idade. lA fórmula inclui:
Cálcio e vitamina D: contribui para o desenvolvimento e o crescimento corretos dos ossos.
Ferro: para um desenvolvimento cognitivo normal.
Vitaminas C e D: para o funcionamento normal do sistema imunitário.
DHA: contribui para o desenvolvimento visual normal de crianças até aos 12 meses de idade.
Vitamina B1: apoia o metabolismo normal dos hidratos de carbono e a produção de energia.
Mais 6 HMOs (oligossacáridos estruturalmente idênticos aos encontrados no leite materno) para uma microbiota saudável. Dois probióticos combinados: B. lactis e B . infantis (presentes nos bebés amamentados) e "Gentle Optipro", um processo exclusivo da Nestlé Nan Supreme Pro 2 que permite obter uma mistura de proteínas parcialmente hidrolisadas.
Leite de crescimento Nan Supreme Pro 3
Uma óptima opção para as crianças que já iniciaram uma dieta mais variada é o leite de crescimento Nestlé Nan Supreme Pro 3.
Tal como o leite de seguimento Nestlé Nan Supreme Pro 2, o leite de crescimento inclui a combinação de probióticos, 6 HMOs e o processo "Gentle Optipro". Além de vitamina B1, C e D, cálcio, ferro e DHA para um desenvolvimento correto e normal do bebé.
Embora ambos os leites de fórmula sejam completamente seguros e incluam diferentes vitaminas e minerais que contribuem para o bem-estar do bebé, nos casos em que a amamentação precisa de ser complementada ou a amamentação não é possível, a nossa recomendação é sempre perguntar ao seu profissional de saúde qual deles escolher.
Distúrbios do sono em crianças: causas e como melhorar o sono infantil
O sono dos bebés é essencial para o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo das crianças. Sem um descanso adequado, as crianças podem apresentar irritabilidade, dificuldade de concentração e problemas de crescimento. Neste artigo, falamos de perturbações do sono nas crianças e de como as tratar. Continue a ler!
Causas dos distúrbios do sono nas crianças
O não cumprimento de uma rotina de sono, o stress ou a ansiedade devido a situações novas como o início da escola, a chegada de um irmãozinho ou irmãzinha, a exposição constante a ecrãs, especialmente antes de dormir, ou problemas médicos como alergias, asma ou apneia do sono, podem estar na origem dos problemas de sono dos nossos pequenos .
Distúrbios do sono consoante a idade
O sono das crianças varia consoante a idade, e as perturbações do sono nas crianças podem manifestar-se de diferentes formas:
Perturbações do sono em crianças de 1 a 2 anos: Durante os primeiros anos, as crianças ainda estão a consolidar os seus padrões de sono. Algumas têm despertares frequentes durante a noite ou têm dificuldade em dormir. Esta situação está frequentemente relacionada com a transição da sesta para o sono noturno, com os terrores noturnos ou com o medo da separação.
Insónia em crianças dos 2 aos 3 anos: Caracteriza-se por dificuldade em adormecer, despertares noturnos frequentes ou dependência de objectos ou pessoas para adormecer.
Insónia das crianças dos 6 aos 12 anos: Nesta fase, pode estar associada ao stress escolar, ao excesso de actividades pós-escolares ou mesmo à utilização de aparelhos electrónicos. É essencial ensinar às crianças técnicas de relaxamento, estabelecer uma rotina e limitar o tempo de ecrã antes da hora de dormir.
ZzzQuil Kids para melhorar o sono das crianças
Este suplemento em formato de gomas e formulado com uma dose baixa de melatonina, camomila, alfazema e valeriana, ajuda a regular os ciclos de sono, especialmente em situações de insónia ligeira ou de perturbações de horários.
ZzzQuil Kids é adequado para crianças com mais de 3 anos de idade e a sua fórmula inclui também vitamina B6 e uma mistura de extractos de ervas para as ajudar a relaxar, mas sem as deixar sonolentas no dia seguinte.
Os distúrbios do sono nas crianças são comuns, mas os hábitos corretos podem minimizar os seus efeitos e melhorar o sono das crianças. Manter rotinas regulares, um ambiente tranquilo, uma boa alimentação e limitar os ecrãs podem ajudar o seu filho a descansar durante toda a noite e a ter uma boa noite de sono.
Durante a gravidez, o bebé desenvolve-se, mas a mulher também muda. Os nutrientes essenciais, como o ferro, desempenham um papel importante. A ingestão adequada e os níveis corretos de ferro influenciam a mudança perfeita da mãe e o desenvolvimento do bebé. Por este motivo, explicamos-lhe porque é que o ferro é crucial na gravidez.
O ferro nas mulheres grávidas, porque é que é tão importante?
O ferro é um mineral essencial durante a gravidez. Desempenha um papel crucial na formação da hemoglobina, que é a proteína responsável pelo transporte do oxigénio no sangue.
Algumas fontes de ferro na nossa alimentação:
Carnes vermelhas.
Aves e peixes.
Leguminosas e legumes.
Frutos secos e nozes.
Benefícios do ferro para a mãe
Previne a fadiga, o cansaço e a fraqueza.
Melhora a oxigenação dos órgãos e dos tecidos.
Previne a anemia por deficiência de ferro.
Recuperação pós-parto mais rápida.
Benefícios do ferro para o bebé
Favorece o crescimento e o desenvolvimento do feto.
Contribui para o desenvolvimento cerebral e neurológico.
Reduz o risco de parto prematuro e de baixo peso à nascença.
Garante as reservas de ferro nos primeiros meses de vida.
É necessário tomar um suplemento de ferro para as mulheres grávidas?
Durante a gravidez, o volume de sangue da mulher aumenta em 50%, o que aumenta as necessidades de ferro nesta fase.
Quando é que se deve tomar ferro durante a gravidez?
Recomenda-se que as mulheres grávidas consumam 27 mg de ferro por dia no primeiro trimestre, aumentando nos trimestres seguintes, consoante as necessidades individuais e o tipo de gravidez.
Para garantir que o ferro é corretamente absorvido pelo organismo, deve
Tomar com o estômago vazio ou entre as refeições, sempre com o estômago vazio para evitar desconforto digestivo ou náuseas; no entanto, se causar desconforto estomacal, pode ser tomado com um pouco de comida.
Não tomar com produtos lácteos, café ou chá, pois isso dificulta a absorção.
Nutrientes que ajudam a absorção e a utilização do ferro
Vitamina C: pode acompanhar a ingestão de ferro sob a forma de sumo de laranja, por exemplo.
Ácido fólico: previne as malformações do tubo neural e contribui para a formação dos glóbulos vermelhos.
Vitamina B12: indispensável à síntese do ADN e à maturação dos glóbulos vermelhos.
Iodo e DHA: essenciais para o desenvolvimento cognitivo e neurológico do bebé.
Como a dieta por si só não consegue satisfazer as necessidades acrescidas de ferro na gravidez, recomendamos que a dieta das mulheres grávidas seja complementada com um suplemento alimentar que não só satisfaça as suas necessidades de ferro, como também forneça outros nutrientes essenciais para a mãe e para o bebé, promovendo um desenvolvimento saudável da gravidez.
Qual é o melhor ferro para mulheres grávidas?
Recomendamos Femibion, porque a sua fórmula inclui a combinação perfeita de ingredientes activos essenciais numa forma altamente disponível, melhorando a absorção e utilização durante a gravidez. Para além disso, a sua fórmula adapta-se às diferentes fases da gravidez:
Femibion 1: cobre as necessidades dietéticas desde o planeamento da gravidez até ao final do primeiro trimestre.
Femibion 2: cobre o aumento das necessidades dietéticas da gravidez a partir do segundo trimestre.
Encontramos ainda o Femibion 3, que cobre as necessidades alimentares da mãe durante o período de amamentação, uma vez que estas se alteram novamente e a procura de nutrientes aumenta.
Femibion destaca-se pela Metafolina presente na sua fórmula, que é uma forma ativa de folato que pode ser utilizada diretamente pelo organismo. Contém também DHA de alta capacidade, essencial para o desenvolvimento do cérebro e da visão do bebé.
A mudança da fralda é importante e a sua possível dermatite associada é uma das consultas mais comuns no balcão da farmácia. Na Farmaciasdirect, dizemos-lhe como ajudar a prevenir e tratar a assadura da fralda.
Assaduras, o que é?
A assadura das fraldas é uma consequência do uso de fraldas. Consiste numa inflamação da pele sob a forma de uma erupção cutânea na zona coberta pela fralda (abdómen, genitais, nádegas e parte superior das coxas).
Sintomas da assadura da fralda
A erupção cutânea da fralda tem alguns sinais característicos nas zonas cobertas pela fralda:
A pele é sensível ao toque ou à fricção.
Há vermelhidão e inflamação.
Pode observar-se uma erupção cutânea.
A pessoa fica mais irritada. No caso dos bebés, há choro ou desconforto, sobretudo durante a muda da fralda.
Se a assadura da fralda se complicar ou não for tratada a tempo, pode desenvolver-se uma infeção fúngica e até aparecerem fissuras.
O que causa a assadura da fralda?
Como o seu nome indica, a assadura da fralda é uma consequência da utilização da fralda. É preciso ter em conta que a fralda está em contacto direto e constante com a pele.
A pele da zona será afetada pela fricção ou fricção com a fralda, pelo suor gerado pelo calor da zona, pelas fezes e pela urina, o que pode alterar a barreira cutânea e provocar uma erupção e uma inflamação.
Prevenção da assadura da fralda
A prevenção da assadura da fralda pode evitar um desconforto significativo e também garantir a qualidade de vida e o bem-estar do bebé. Na Farmaciasdirect propomos algumas diretrizes a seguir para manter a zona seca, limpa e o mais protegida possível e assim preveni-la:
Mudara fralda frequentemente, não a deixar molhada durante muito tempo.
Limpar cada muda com cuidado, utilizar toalhetes húmidos que respeitem a pele.
Dar tempo para que a fralda respire e seque ao ar.
Utilizar fraldas bem absorventes e respiráveis.
Tratamento das assaduras
Temos de garantir que a barreira cutânea da zona se mantém saudável e forte para evitar as assaduras. Na Farmáciasdirect, recomendamos A-Derma Exomega Dermalibour Barrier Protective Cream.
É um creme que acalma, repara, regenera e protege a zona, graças ao ingrediente estrela da sua fórmula, a Avena Rhealba. Como resultado, a barreira cutânea fica em perfeitas condições e não é alterada. Atua também como uma "segunda pele": isola, protege, purifica e acalma a pele irritada. Não contém silicones nem perfumes, é resistente à água (suporta até 5 banhos) e tem uma textura isolante, mas não é pegajosa.
Também para uso diário, é altamente recomendada a utilização de um bom creme de fraldas, como a pomada protetora Bepanthol Baby, que reforça a barreira cutânea e ajuda a prevenir a irritação e a vermelhidão causadas pelas assaduras, mantendo a pele hidratada e protegida desde a primeira aplicação.
Problemas associados às erupções da fralda
Se estes passos não forem seguidos e/ou se o creme não for aplicado, pode ocorrer irritação da zona, erupção cutânea e até infeção. Em caso de infeção, aplicar um creme com miconazol para a tratar.
Repelentes de mosquitos durante a gravidez, quais os que pode utilizar?
Durante a gravidez, as nossas vidas mudam e devemos prestar especial atenção a todos os produtos que utilizamos para que não afectem o desenvolvimento da nossa gravidez e do bebé. Uma das questões que mais preocupa as grávidas é: como nos podemos proteger dos mosquitos e aliviar as suas picadas? Podemos usar repelentes de mosquitos durante a gravidez? Na Farmaciasdirect, dizemos-lhe como o fazer.
Porque é que os mosquitos picam mais quando estou grávida?
Em zonas húmidas ou com tempo quente, as mulheres grávidas tendem a ser mais atraentes para os mosquitos? Parece estranho, mas a verdade é que as mulheres grávidas emitem mais CO2 quando respiram, a sua temperatura corporal é ligeiramente mais elevada e há alterações no pH da pele. Tudo isso é percebido pelos mosquitos.
Gravidez e picadas de mosquito: o que acontece se eu for picada por um mosquito quando estou grávida?
As picadas de mosquito durante a gravidez podem ser mais incómodas, uma vez que as alterações hormonais que ocorrem podem causar vergões ou reacções muito grandes. Mas, acima de tudo, devemos evitar as picadas de mosquito durante a gravidez porque os mosquitos podem atuar como vectores de doenças, ou seja, podem ser o meio de transmissão de alguma patologia, especialmente se viajar para outros países ou zonas tropicais.
Gravidez e repelente de mosquitos: Como posso evitar as picadas de mosquito se estiver grávida?
Na nossa vida quotidiana, podemos utilizar diferentes estratégias para evitar as picadas de mosquito na gravidez, utilizando barreiras físicas:
Colocar e utilizar redes mosquiteiras.
Usar roupa comprida (calças e t-shirts), sobretudo quando se passeia no campo.
Usar roupa de cor clara.
Evitar as zonas com água parada ou ao anoitecer.
Aplicar um repelente de mosquitos adequado à gravidez.
Que repelentes de mosquitos posso utilizar se estiver grávida?
É preciso ter em conta que existem alguns repelentes de mosquitos que podem ser utilizados durante toda a gravidez, outros que não podem e outros que só podem ser utilizados após um determinado mês de gravidez. De seguida, dizemos-lhe quais são os adequados para serem utilizados durante a gravidez:
Repelentes sintéticos:
Com IR3535: Indicados para mulheres grávidas e crianças a partir de um ano de idade. Muito eficazes, são menos tóxicos, mas duram menos tempo. Eficazes contra mosquitos, carraças, piolhos e moscas.
Com DEET: Seguro em concentrações inferiores a 20%. Só deve ser aplicado no segundo e terceiro trimestres de gravidez; deve ser aplicado no vestuário e em pequenas quantidades. Se viajar para zonas endémicas, deve ser aplicado em maiores quantidades, uma vez que contrair uma destas doenças é pior do que usar DEET durante a gravidez.
Com Icaridina: eficácia muito elevada contra o mosquito comum e o mosquito tigre, e menos tóxico do que o DEET. Recomendado, mas em quantidades moderadas.
Repelentes naturais
Citronela: O mais conhecido e utilizado durante a gravidez, mas a sua duração é baixa, pelo que a reaplicação deve ser tida em conta.
Eucalipto: Outra alternativa natural à citronela na gravidez e também muito eficaz para repelir os mosquitos.
Como posso tratar as picadas de mosquito se estiver grávida?
Algumas técnicas para aliviar a comichão e reduzir o inchaço da picada são:
Aplicar frio na zona, utilizando gelo (não o coloque diretamente sobre a pele, mas cubra-a com um pano, por exemplo). Isto ajudará a reduzir o inchaço.
Utilizar um produto à base de calamina para aliviar a comichão.
Utilize um produto pós-picada adequado para a gravidez para ajudar a reduzir o inchaço e a comichão.
Se a picada não desaparecer, se der muita comichão, for demasiado grande, infetar ou provocar uma reação, consulte um médico.
Repelentes de mosquitos adaptados às mulheres grávidas
Depois de sabermos tudo o que foi dito, temos de nos proteger tanto dos mosquitos como das picadas dos mosquitos. Entre todos os repelentes de mosquitos para a gravidez, recomendamos os seguintes:
Pranarôm Roll-On Citronella+: fácil de aplicar graças ao seu formato roll-on que deixa a pele macia graças à sua textura leitosa. Este repelente de mosquitos para a gravidez contém citronela, gerânio, lavanda, eucalipto e outros ingredientes activos que protegem eficazmente contra os mosquitos. Pode ser utilizado a partir do 4º mês de gravidez (também durante a amamentação). Também pode ser utilizado em crianças a partir dos 30 meses de idade.
Como aplicar corretamente o repelente de mosquitos
É importante aplicar corretamente o repelente de mosquitos, caso contrário perde a sua eficácia. Aplique-o na pele limpa e seca, evitando os olhos e as feridas abertas. Não se esqueça de lavar as mãos com água e sabão após a utilização.
Se também precisar de usar protetor solar, aplique primeiro o protetor solar e, depois de este ter sido absorvido, aplique o repelente anti-mosquitos adequado para mulheres grávidas.
Acalmar as picadas de mosquito durante a gravidez
Calmante Roll-on de PranaBB (a partir do 4.º mês de gravidez): acalma instantaneamente a pele irritada ou as picadas das mulheres grávidas ou lactantes ou dos bebés (a partir dos 3 meses). Com alfazema, menta do campo, curcuma, calêndula e girassol. As grávidas podem aplicá-lo na picada 3 a 4 vezes por dia.
Outros repelentes de mosquitos essenciais na gravidez
Pranarôm Citronela + Atmosfera Orgânica e Tecidos: um repelente de mosquitos que pode ser usado em casa. Actua durante 7 horas contra diferentes tipos de mosquitos. Contém citronela, gerânio, lavanda, eucalipto e outros ingredientes activos naturais. Pode ser utilizado de diferentes formas:
No próprio ambiente: em divisões com mais de 12-24 m², pulverizar durante 8 segundos e repetir de 7 em 7 horas. Recomendamos a utilização
Nos tecidos: cortinados, lençóis, almofadas... Pulverizar a uma certa distância e repetir de 7 em 7 horas.
Muito importante para as mulheres grávidas, lactantes e bebés: pulverizar na sua ausência e esperar pelo menos 30 minutos antes de entrar no quarto.
Se tiver outras dúvidas, pode consultar-nos através do nosso aconselhamento farmacêutico. Lembre-se que na Farmaciasdirect pode comprar repelentes de mosquitos ao melhor preço, graças às nossas ofertas exclusivas.
As cólicas do bebé surgem normalmente nos primeiros meses de vida do bebé e tornam-se uma das principais preocupações dos pais, mas sabe o que são e como podem ser tratadas?
O que são cólicas nos bebés?
A cólica do bebé é um episódio caracterizado por um choro intenso do bebé durante os primeiros meses de vida. Podem estar relacionadas com a imaturidade ou a falta de desenvolvimento do sistema digestivo do bebé, intolerâncias alimentares, stress...
Considera-se que o nosso bebé sofre de cólicas do lactente se, com menos de 3 meses de idade, tiver episódios de choro inconsolável, pelo menos 3 vezes por semana e durante mais de 3 horas por dia. Estes episódios ocorrem geralmente, sobretudo, ao fim da tarde ou à noite.
Esta situação causa inquietação e preocupação aos pais. Afecta também o bem-estar e a qualidade de vida dos pais e do bebé.
Quando é que aparecem?
As cólicas do bebé surgem geralmente entre as 2 e as 4 semanas de idade e intensificam-se nas semanas seguintes. Ocorre mais frequentemente durante os primeiros três meses de vida do bebé. Em resumo, o padrão de aparecimento é o seguinte:
Início: entre 15 dias e 1 mês de vida.
Pico: entre 4 e 6 semanas de idade.
Mais frequente: antes dos 3 meses de idade.
É importante referir que as cólicas do bebé à noite e à tarde tendem a ser mais intensas. Os episódios podem durar de alguns minutos a várias horas, com uma média de 3 horas por dia nos casos mais acentuados.
Causas
As cólicas do lactente são um fenómeno comum caracterizado por episódios prolongados de choro sem causa aparente. Embora a causa exacta seja desconhecida, foram identificados vários factores que podem contribuir para a sua ocorrência.
Imaturidade do sistema digestivo: Os bebés têm um sistema digestivo imaturo, o que pode levar a contracções espasmódicas do intestino e a dificuldades na passagem de gases.
Intolerância àlactose ou àsproteínas do leite de vaca: Embora as provas sejam limitadas, a intolerância às proteínas do leite de vaca pode ser uma causa possível.
Desequilíbrio da flora intestinal: As alterações do microbiota intestinal podem influenciar o desenvolvimento de cólicas.
Nutrição materna: A dieta da mãe pode desempenhar um papel importante se o bebé for amamentado. Por exemplo, se ela consumir alimentos como cebola, leite de vaca, vegetais crus ou chocolate.
Leite artificial: Se o bebé for amamentado com leite misto ou exclusivamente com leite artificial, pode ser difícil diferenciar o leite artificial se este contiver proteínas de vaca.
Exposição ao fumo do tabaco: Pode afetar negativamente o sistema digestivo ainda imaturo do bebé.
Sintomas de cólicas do bebé: Quais são?
É importante notar que os bebés com cólicas são geralmente saudáveis, comem bem e ganham peso normalmente. Quanto aos sinais ou sintomas de alerta das cólicas do bebé, são os seguintes
Choro intenso e prolongado: o bebé chora sem parar, sobretudo à tarde ou à noite. Para excluir outras causas, este choro deve geralmente ocorrer durante mais de três horas por dia, três dias por semana e durante pelo menos três semanas.
Tensão abdominal: é um sinal que se manifesta quando o nosso bebé arqueia as costas e pressiona as pernas contra o abdómen, indicando desconforto ou dor intestinal. Podem também ocorrer espasmos súbitos na zona abdominal.
Alterações no ciclo do sono: o bebé pode dormir apenas 2 a 3 horas em vez das 15 a 18 horas normais.
Regurgitação: quando o bebé devolve o leite engolido.
Soluços e/ou tosse.
Dificuldade em acalmar o bebé: por mais que façamos, o nosso bebé não se acalma.
Cólicas do bebé: o que fazer quando aparecem?
A primeira coisa que devemos fazer como pais quando o nosso bebé tem cólicas é..:
Manter a calma: as cólicas são temporárias e desaparecem geralmente antes dos 6 meses de idade.
Procurar apoio profissional: se as cólicas ou os sintomas persistirem, consultar um pediatra para determinar se existem ou não outras doenças ou alterações.
Para melhorar os sintomas de cólicas do nosso bebé, é necessário consultar o pediatra sobre o seguinte
Possibilidade de modificar a dieta do bebé: Há casos em que a dieta do bebé é modificada se se suspeitar que está relacionada com uma intolerância ou alergia ao leite ou às suas proteínas.
Utilização de medicamentos para o alívio dos gases: Nalgumas situações, e se o pediatra considerar apropriado e adequado, é recomendada a utilização de medicamentos para aliviar o excesso de gases. A simeticona é habitualmente utilizada porque é geralmente bem tolerada.
A partir da farmácia, propomos outras técnicas para gerir as cólicas do lactente e melhorar os sintomas:
Como mãe, ajude-o com a sua dieta: Se o amamentar, evite especiarias, legumes ou álcool. Se lhe der leite artificial, é essencial que respeite as proporções de água e de pó que deve dar ao seu bebé e que não altere nada na sua alimentação sem falar previamente com o seu pediatra.
Técnicas de gestão do choro: Balançar o bebé, envolvê-lo num cobertor, oferecer-lhe uma chupeta ou algo reconfortante pode ajudar a relaxá-lo. Um banho morno pode ajudar, assim como o abraço durante o choro.
Massagens abdominais: Massajar suavemente o abdómen do seu bebé no sentido dos ponteiros do relógio pode aliviar a tensão e as cólicas, estimulando a passagem dos gases.
Posição "Tummy time": consiste em colocar o bebé de barriga para baixo quando está acordado para o ajudar a libertar gases e aliviar as dores abdominais.
Reduzir os estímulos: . Deite o seu bebé num quarto sossegado e utilize ruído branco.
Durante as mamadas: Sente o seu bebé na vertical durante as mamadas para evitar que engula demasiado ar.engolir demasiado ar. Faça com que o seu bebé expulse o ar depois de se alimentar.
Qual é o tratamento para as cólicas do bebé?
O tratamento das cólicas do lactente centra-se principalmente no alívio dos sintomas e no conforto do bebé, uma vez que se trata de uma doença que normalmente se resolve por si só com o tempo. Algumas destas opções incluem mudanças na alimentação, utilizando fórmulas lácteas à base de proteínas hidrolisadas.
Na Farmaciasdirect, recomendamos incluir e complementar a dieta do seu bebé com fórmulas probióticas. Os probióticos são estirpes de microorganismos vivos que ajudarão a restaurar e equilibrar a flora intestinal do bebé, aliviando os sintomas causados. A estirpe Lactobacillus reuteri é muito eficaz.
Quanto à escolha de uma fórmula específica e benéfica, recomendamos Enfamil Confort.
Enfamil Confort
Enfamil Confort é uma fórmula infantil especialmente formulada: tem uma relação caseína/seroproteína (40/60) semelhante à do leite materno, proteínas parcialmente hidrolisadas e um teor reduzido de lactose. Trata-se de um leite de mais fácil digestão para o nosso bebé, que permite controlar o choro, a regurgitação e os gases, aliviando assim o desconforto e as dores abdominais.
Enfamil Confort fornece todos os nutrientes e princípios activos que o bebé necessita para o seu correto crescimento e desenvolvimento a nível fisiológico, imunológico, neurológico e cognitivo.
Controlar a dose de acordo com o peso do bebé é muito importante para controlar as cólicas. Para preparar a fórmula, siga estas diretrizes:
Lavar as mãos. Limpar e esterilizar os biberões, as tetinas, as tampas e os utensílios.
Ferva a água e deixe-a arrefecer até à temperatura ambiente. Verter a quantidade correta para um biberão limpo.
Acrescentar a quantidade necessária de leite em pó.
Tape o biberão, agite e agite bem até que o pó esteja completamente dissolvido.
Verifique a temperatura no interior do seu pulso.
Para saber a quantidade correta de pó de que necessita, consulte o rótulo do produto . Aí encontrará informações sobre como preparar este leite anti-cólicas em função do peso e da idade do seu bebé.
As cólicas do bebé são uma fase frustrante e perturbadora do desenvolvimento do bebé, tanto para os pais como para o bebé. Com o devido acompanhamento do pediatra, cuidados diários corretos, mimos e paciência, podemos tornar este processo mais leve e melhorar os sintomas e a qualidade de vida da família.
Lembre-se que cada bebê é único e pode apresentar cólicas de forma diferente. Por isso, se tiver dúvidas sobre o comportamento do seu bebé, recomendamos que consulte o seu pediatra para descartar outras causas e obter orientações específicas.
Método Kassing de alimentação a biberão, como fazê-lo corretamente?
Os pais enfrentam muitos desafios na educação dos seus bebês. Um dos mais comuns é a alimentação, especialmente se o bebê tiver cólicas, gases ou problemas digestivos. O método Kassing é uma técnica popular para ajudar a melhorar a digestão em crianças pequenas. Se não está familiarizado com este termo, não se preocupe. Neste artigo, explicamos o que é o método Kassing, como fazê-lo corretamente e como pode ajudar a saúde digestiva do seu bebê.
O que é o método Kassing?
O método Kassing para bebês e recém-nascidos é uma técnica que foi desenvolvida pela pediatra americana Susan Kassing, com o objetivo de aliviar as cólicas, os gases e o desconforto digestivo dos bebês. A técnica baseia-se na manipulação da postura do bebê durante a alimentação com leite, a fim de favorecer a evacuação dos gases e, por conseguinte, reduzir as cólicas.A ideia principal da alimentação por biberão com o método Kassing é evitar que o bebê engula ar. Os bebês que engolem ar durante a alimentação têm tendência a sentir mais desconforto, que se pode manifestar sob a forma de cólicas, irritabilidade e perturbações do sono.
Como alimentar o bebê com o biberão segundo o método Kassing?
O método Kassing envolve uma série de passos simples, mas eficazes. Eis como o fazer:
Posição correta do bebê: Durante a alimentação, certifique-se de que o bebê está numa posição vertical ou semi-vertical, especialmente quando dá o biberão. Esta posição facilita a digestão e evita a deglutição de ar. A cabeça do bebê deve estar ligeiramente elevada e alinhada com o seu corpo. Esta posição também ajuda a prevenir o refluxo gastroesofágico.
Manter o biberão num ângulo adequado: Se estiver a dar biberão ao seu bebê, certifique-se de que mantém o biberão num ângulo de 45 graus para evitar a entrada de ar no biberão. Isto garante que só entra leite e que não há bolhas de ar.
Pausas durante as mamadas: Faça pequenas pausas durante as mamadas para permitir que o seu bebê arrote e liberte o ar que possa ter sido engolido. Isto também ajuda a evitar o excesso de gás no estômago.
Arrotar após cada mamada: No final de cada mamada, é essencial ajudar o seu bebê a arrotar. Isto liberta o ar retido no estômago e evita o desconforto. Pode fazê-lo segurando o bebê na vertical e batendo-lhe suavemente nas costas.
É também importante referir que o método Kassing é adequado para a amamentação.
Que leites podem ajudar o método Kassing?
Para além da técnica de alimentação, a escolha do leite certo desempenha um papel fundamental na redução das cólicas e de outros problemas digestivos dos bebês. Enfamil Complete 2 e Enfamil Complete 3 contêm fórmulas específicas que ajudam a aliviar os desconfortos gastrointestinais comuns nos primeiros anos de vida.
Enfamil Complete 2 (dos 6 aos 12 meses)
Enfamil Complete 2 é um leite de seguimento formulado para bebês a partir dos 6 meses. É enriquecido com uma combinação de nutrientes que promovem uma digestão mais fácil, ajudando a reduzir as perturbações gástricas e as cólicas. Esta fórmula contém:
Proteínas parcialmente hidrolisadas: facilitam a digestão, o que pode ser útil para os bebês que têm dificuldade em digerir proteínas inteiras.
Fibras pré e probióticas: Estas fibras ajudam a regular o sistema digestivo do bebê e a prevenir problemas de obstipação ou gases.
Ácidos gordos essenciais: Estes são importantes para o desenvolvimento cerebral e visual do bebê.
Esta fórmula é ideal para bebês que estão começando a incorporar alimentos sólidos na sua dieta, ajudando a reduzir as cólicas e o desconforto abdominal.
Enfamil Complete 3 (a partir dos 12 meses)
Enfamil Complete 3 foi concebido para os bebês a partir do primeiro ano de vida. Tal como o Enfamil Complete 2, este leite tem uma fórmula especialmente concebida para favorecer a digestão e aliviar os problemas de gases e cólicas. Contém também:
Nutrientes essenciais: Como o DHA e o ARA, que contribuem para o desenvolvimento cognitivo e ocular.
Baixo teor de lactose: Ideal para bebês com sensibilidade à lactose ou que têm dificuldade em digerir a lactose.
Fórmula adaptada: Ajuda a manter o equilíbrio intestinal e a regular o trânsito digestivo do bebê.
Tanto o Enfamil complete 2 como o Enfamil complete 3 são uma excelente escolha para os bebês que sofrem de desconforto digestivo. Quando combinados com o método Kassing, a experiência de alimentação torna-se mais confortável e eficiente, ajudando a reduzir as cólicas e a irritabilidade.
Sugestões adicionais para aliviar as cólicas e o desconforto digestivo
Massagens na barriga: massajar suavemente a barriga do seu bebê pode ajudar a libertar gases presos. Utilize as pontas dos dedos em círculos, sempre num movimento suave no sentido dos ponteiros do relógio.
Banho quente: Um banho quente pode ser relaxante e ajudar a aliviar o desconforto.
Utilização de chupetas anti-cólicas: Algumas chupetas foram concebidas para reduzir a entrada de ar durante a sucção, o que pode ser útil para os bebês com tendência para as cólicas.
Se desejar obter mais informações sobre o método Kassing ou sobre os benefícios dos leites Enfamil, não hesite em perguntar ao seu pediatra ou em consultar a nossa equipe de especialistas farmacêuticos - estamos aqui para ajudá-lo a cuidar do seu pequeno!
O corpo da mulher está exposto a muitas alterações durante a gravidez. Entre elas, a pele estica-se cada vez mais à medida que a gravidez avança, dando origem às típicas estrias da gravidez. Mas... Não entre em pânico! Nós dizemos-lhe como prevenir e combater o seu aparecimento.
As estrias aparecem normalmente no abdómen e nos seios, à medida que o bebé cresce dentro do corpo da mulher, devido ao estiramento das camadas média e interna da pele.
Porque é que as estrias aparecem durante a gravidez?
As estrias são marcas que aparecem quando a pele é esticada para além da sua capacidade elástica. Durante a gravidez, as alterações hormonais também desempenham um papel importante, uma vez que reduzem a produção de colagénio e elastina, dois componentes fundamentais para manter a pele firme e flexível.
Os factores que aumentam o risco de desenvolver estrias incluem:
Aumento rápido de peso.
Predisposição genética.
Pele seca ou pouco hidratada.
Dicas para prevenir as estrias durante a gravidez
Hidratar a pele diariamente: manter a pele bem hidratada melhora a sua elasticidade e reduz o risco de estrias. Utilize loções, cremes ou óleos hidratantes especialmente formulados para a gravidez.
Faça uma dieta equilibrada: uma dieta rica em vitaminas C e E, zinco e ácidos gordos essenciais fortalece a pele a partir do interior.
Beba água suficiente: a hidratação interna é igualmente importante para manter a elasticidade da pele.
Controlar o aumento de peso: ganhar peso de forma gradual e saudável reduz o impacto do estiramento rápido na pele.
Massagemregular: massajar as zonas propensas a estrias estimula a circulação e melhora a absorção dos hidratantes.
Gravidez: Em que fase devemos começar a utilizar o tratamento para as estrias?
Somos muito adeptos da máxima "mais vale prevenir do que remediar". Por isso, a nossa recomendação é sempre começar a utilizar os tratamentos anti-estrias uma vez por dia, a partir da primeira semana de gravidez, durante os dois primeiros meses de gestação e depois, aproximadamente na 10ª semana, duas vezes por dia.
Desta forma, conseguiremos umapele elástica e tonificada, longe das temidas estrias. Por isso, quanto mais cedo entrar na rotina de aplicação, melhor, para que a sua pele também esteja preparada para todas as mudanças que sofrerá durante a gravidez.
Melhor altura para aplicar os cremes anti-estrias
Quando sair do duche. Sabe porquê? Porque é a altura do dia em que a pele está mais limpa e absorvente. Mas que tipo de creme deve utilizar?
O corpo de cada mulher é diferente e, por isso, o tipo de creme a utilizar também será diferente, pois nem todos os cremes anti-estrias se adaptam a todos os tipos de pele e às suas necessidades.
No entanto, deve sempre procurar cremes anti-estrias que incluam na sua formulação componentes como a rosa mosqueta, o óleo de amêndoas, os bioestimulantes e a vitamina E, devido às suas propriedades regeneradoras e antioxidantes.
Cremes e óleos recomendados para prevenir as estrias
1. Creme de Massagem Anti-Estrias Pranarôm Maternité
Especialmente concebido para a gravidez, o Creme de Massagem Anti-Estrias Pranarôm Maternité contém óleos vegetais 100% naturais, como a rosa mosqueta e o argão, que nutrem intensamente a pele, melhoram a sua elasticidade e previnem o aparecimento de estrias.
2. Óleo Anti-Estrias E'Lifexir
Este óleo é ideal para prevenir e reduzir o aparecimento de estrias graças à sua fórmula rica em óleos naturais como a rosa mosqueta, o abacate e o gérmen de trigo. Além disso, o Óleo Anti-Estrias E'Lifexir contém vitamina E, um antioxidante essencial para proteger a pele, favorecendo a sua regeneração e mantendo-a suave e flexível.
3. Creme de Prevenção de Estrias Elancyl
Elancyl é uma marca conhecida pela sua eficácia no cuidado da pele. O Creme de Prevenção de Estrias Elancyl contém ingredientes activos como o óleo de cártamo e a vitamina E, que melhoram a elasticidade da pele e a hidratam intensamente, prevenindo o aparecimento de estrias e melhorando a aparência das já existentes.
No entanto, esta não é a única forma de cuidar do seu corpo durante a gravidez. Deve seguir umarotina diária que combine uma boa alimentação, à base de ingredientes ricos em vitaminas, proteínas e magnésio, hidratar profundamente com cremes específicos como o Eucerin Loção Hidratante Corporal, fazer exercício físico suave e usar sempre proteção solar com FPS 50+.
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